Doenças cardiovasculares em Portugal. O que tem feito a SPLS?
Projetos, parcerias e iniciativas
As doenças cardiovasculares continuam a representar uma das principais causas de morbilidade e mortalidade em Portugal, exigindo respostas firmes, contínuas e sustentadas por parte das entidades científicas e dos profissionais de saúde. Neste contexto, a Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) tem assumido um papel central na promoção do conhecimento, na capacitação da população e no desenvolvimento de estratégias que reforcem a prevenção e a gestão destas doenças.
Ao longo dos últimos anos, a SPLS tem impulsionado projetos inovadores, estabelecido parcerias estratégicas e dinamizado iniciativas que aproximam a literacia em saúde do cidadão, contribuindo para escolhas mais informadas e estilos de vida mais saudáveis.
Intervenções da SPLS em escolas — VER AQUI

Protocolo entre SPLS e Sociedade Portuguesa de Cardiologia — VER AQUI

“Com a Saúde Não se Brinca” – Episódio de cardiologia com o Prof. Fausto Pinto — VER AQUI

Concurso Nacional de Literacia em Saúde nas Escolas — VER AQUI
Foco no Coração e Sexualidade Saudável (apoio Bial – Dra. Sílvia Monteiro, cardiologista)

Congresso “Coração, Bem-Estar e Saúde” — VER AQUI
(Com o apoio da Novartis – Dra. Patrícia Adegas)

Apoio à leitura do livro “Valentim, o Coração que Quer Vencer o Cansaço” — VER AQUI
Com Ana Sofia Correia

A Ronda dos Contos – evento para promover Literacia em Saúde — VER AQUI

Visão do Médico de Família no Dia Mundial do Coração — VER AQUI
Prof. José Mendes Nunes
Dados Recentes
Tendências e indicadores em Portugal
As doenças do aparelho circulatório têm vindo a diminuir, aproximando-se dos valores dos tumores malignos.
As doenças cérebro-vasculares diminuíram 47% entre 2012 e 2023.
Portugal é o 2.º país mais envelhecido da Europa.
A França apresenta a menor taxa de mortalidade por doença cérebro-cardiovascular (172 por 100 mil), enquanto Portugal regista 216 por 100 mil habitantes.
O enfarte agudo do miocárdio tem vindo a diminuir cerca de 1.000 óbitos por ano (2012–2023), passando de 4.571 para 3.664.
É necessário produzir mais métricas de qualidade, conhecer melhor os eventos e monitorizar os números para orientar políticas eficazes.
