Teresa Bastos da Mota

  • Médica, especialista em Medicina Geral e Familiar com vocação para a atuação em contextos desafiantes e comunidades em situação de vulnerabilidade.
  • Coordenadora de Projetos no âmbito da Saúde na Cooperação para o Desenvolvimento, com expertise em Saúde Comunitária, Saúde Sexual e Reprodutiva e Diabetes.
  • Experiência Profissional na Administração Regional de Saúde (ARS) Lisboa Vale do Tejo – ACES Arco Ribeirinho e ARS Norte – ACES Porto Ocidental, Nephrocare Barreiro (Hemodialise), Centro Hospitalar de Setúbal.
  • Experiência como médica em Cabo-Verde (ilha do Fogo, Mosteiros) e na Guatemala (Momostenango).
  • Pós-Graduada em Medicina do Viajante, Psiquiatria avançada para MGF e Hidrologia e Climatologia
  • teresabastosmota@gmai.com

Médica especialista em Medicina Geral e Familiar desde 2022, atualmente a exercer como coordenadora de projetos de saúde no âmbito da cooperação para o desenvolvimento na Guiné-Bissau. Com um percurso profundamente alinhado com a promoção da literacia em saúde, destaca-se pelo envolvimento em diversos projetos comunitários, entre alguns exemplos destaca-se a educação nutricional em escolas da Guatemala (Momostenango) e Cabo Verde (Mosteiros- Fogo), a sensibilização de adolescentes sobre o tabagismo, a educação digital em saúde através do programa Ribeirinha Digital e a promoção da vacinação antipneumocócica em doentes diabéticos. Na Guiné-Bissau, trabalha em proximidade com a cooperação com o Ministério da Saúde Pública na promoção para a Saúde Comunitária com vista à redução da mortalidade materna e infantil, desenvolve projetos no âmbito da saúde sexual e reprodutiva, diabetes e de apoio a estruturas de saúde, entre outros. Ainda na Guiné-Bissau coordenou ações de rastreio da hipertensão arterial e excesso de peso, participa ativamente em várias formações e ateliers de discussão de saúde (DST, Diabetes, Vacinação, Saúde Comunitária) e mantêm a sua abordagem médica clínica voluntariamente. 

Acredita que a literacia em saúde é um direito humano e uma ferramenta de equidade. Vai muito além da compreensão de textos clínicos, sendo um processo de empoderamento que respeita a diversidade e promove decisões informadas. Através da educação contínua, da valorização do conhecimento local e de estratégias sustentáveis, acredita que é possível construir sistemas de saúde mais justos e participativos.