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SUMMARY:Literacia em Saúde e Direitos Humanos
DESCRIPTION:Literacia em Saúde e Direitos Humanos\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n[capt
 ion id="attachment_8895" align="alignleft" width="300"] Professora Doutora
  Cristina Vaz de Almeida[/caption]\nQuando falamos de direitos das mulhere
 s\, temos de ter obrigatoriamente a visão integrada dos aspetos da saúde
 \, sociais e multiculturais. Esta abordagem exige esforços combinados de 
 trabalho multissectorial\, multidomínio e interdisciplinar.\nSabemos que\
 , todos os dias\, 140 meninas e mulheres morrem as mãos de um parceiro pr
 óximo\, dentro da família. Isto quer dizer que dentro da próxima hora\,
  provavelmente\, quase seis mulheres e/ou meninas perderam as suas vidas.\
 nImpassíveis não ficamos porque surge logo uma angústia que nos sensibi
 liza para a questão. Mas é preciso fazer mais do que ficarmos sensibiliz
 ados. É preciso agir.\nUtilizar as ferramentas da literacia em saúde e g
 erar mais competências\, e saber que as pessoas precisam de mais conhecim
 ento\, mais capacidades e os seus atributos são influenciados pelos conte
 xtos onde vivem. A literacia em saúde ajuda a preservar a confiança. A l
 iteracia em saúde ajuda a reconhecer o perigo e a criar mais segurança c
 om o desenvolvimento das capacidades das populações para serem mais ativ
 as na sua proteção\, em particular as mulheres. A literacia em saúde te
 m um papel da acessibilidade e também ajuda a preservar\, a defender e a 
 lutar por mais direitos humanos.\nA literacia em saúde reforça a confian
 ça porque dota as pessoas de competências\, ou seja\, garante os seus co
 nhecimentos e competências (saber fazer). Quando as competências são of
 erecidas\, estamos a aumentar os cuidados de saúde\, a prevenção e a pr
 omoção da saúde. Estamos a gerar empoderamento e controlo da vida. Esse
 s fatores geram maior autoestima e\, portanto\, maior confiança nas decis
 ões corretas de saúde.\nA literacia em saúde reforça a segurança porq
 ue os profissionais desenvolvem uma estratégia para um melhor acesso\, co
 mpreensão e utilização dos recursos. Com esta maior segurança nos cuid
 ados de saúde\, com uma maior literacia em saúde\, os acontecimentos adv
 ersos na saúde e nas comunidades diminuirão\, contribuindo assim para um
 a maior segurança e um melhor retorno dos investimentos na saúde e\, por
  conseguinte\, melhores resultados em matéria de saúde. As famílias des
 envolvem mais competências\, aprendem a gerir melhor a dor\, as carência
 s\, a gestão de emoções.\nA literacia em saúde reforça a acessibilida
 de porque\, ao tomar as decisões certas no domínio da prevenção de doe
 nças\, da promoção da saúde e até dos cuidados\, abre um campo protet
 or e reforçado para as populações vulneráveis. A acessibilidade aos se
 rviços\, ao direito da mulher ser protegida cria condições de empoderam
 ento.\nA literacia em saúde é determinante para os direitos humanos porq
 ue dá voz às pessoas. Dá voz às mulheres. A manifestação das suas re
 ais necessidades impacta em políticas públicas mais ajustadas às comuni
 dades.\nProfessora Doutora Cristina Vaz de Almeida\, Presidente da SPLS\n\
 n\n\n\n\n\n\nCONSELHO DA EUROPA\, ROMA\, A DEBATER DIREITOS HUMANOS E LITE
 RACIA EM SAÚDE — 5 Dez. 2025\nEm minha opinião\, Portugal é\, sem dú
 vida\, dos melhores países da Europa na literacia em saúde. Associamos h
 á muitos anos as políticas públicas — onde temos o Plano Nacional de 
 Literacia em Saúde e Ciências do Comportamento — com o curso especiali
 zado de Literacia em Saúde\, que lidero desde 2012 (Ispa – Instituto Un
 iversitário)\, com boa investigação das várias escolas (Escola Naciona
 l de Saúde Pública\, Universidade Nova de Lisboa\, Iscte – Instituto U
 niversitário de Lisboa\, escolas do Porto\, Coimbra\, Bragança e outras)
 . E depois\, nas práticas sustentadas\, reais\, efetivas e de grande valo
 r\, baseadas na evidência e no rigor da ciência\, com a Sociedade Portug
 uesa de Literacia em Saúde.\nOs projetos da Sociedade Portuguesa de Liter
 acia em Saúde implementados e estruturados em Portugal mostram bem as nos
 sas boas práticas\, que assentam com rigor e ciência na:\n\n\n 	Cocriaç
 ão com escuta ativa do ciclo de vida\n 	Qualidade da informação\, plain
  language\n 	Segmentação dos públicos\n 	Ética\n 	Avaliação de conte
 xtos\n 	Participação social\n 	Modelos e técnicas de\n 	Mudança de com
 portamentos\n 	Parcerias com municípios\, associações de doentes\n 	Par
 ticipação nas políticas públicas (Plano Nacional de LS e Ciência do C
 omportamento)\n\nO que temos feito?\n\n\n 	O único curso de pós-graduaç
 ão em Literacia em Saúde (desde 2012 no Ispa – Instituto Universitári
 o)\, que tenho o gosto de liderarhttps://lnkd.in/dV-w_2Fg\n 	O Programa Ac
 olher nacional para populações vulneráveis\, migrantes e refugiadoshttp
 s://lnkd.in/dXT-75SX\n 	O investimento na literacia em saúde em escolas\,
  com o RITMO para a Saúde Mental\, Nutrição e Atividade Físicahttps://
 lnkd.in/dRGZ9KZN\n 	O projeto É Preciso Ser Diferente — a arte e os dir
 eitos das pessoas com deficiênciahttps://lnkd.in/dC3usj-h\n 	O programa A
 tivar — capacitação das pessoas mais velhas na adesão terapêutica\, 
 hidratação e outros temashttps://lnkd.in/dbdFY5ah\n 	Storytelling para c
 rianças\, com a Ronda dos Contoshttps://lnkd.in/dSu3kPxM\n 	Programa Do P
 asso ao Abraço — atividade física para pessoas idosas com cancrohttps:
 //lnkd.in/dh3iPTVJ\n 	Programa Jovens Líderes para potenciar a participa
 ção cívica dos jovenshttps://lnkd.in/dhb953nx\n 	Miniassembleias Saúde
 https://lnkd.in/d8ZjfEe3\n 	Comunicação em vacinaçãohttps://lnkd.in/dE
 -SkEgh\n\nEsta reunião de alto nível permitiu painéis muito profundos e
  interessantes durante o dia\, com referências internacionais na literaci
 a em saúde. Foi uma oportunidade de termos a nossa voz no Conselho da Eur
 opa.\nObrigada ao Lorenzo Montrasio e ao Mattia Peradotto\, que me fizeram
  o convite de novo. Foi um enorme prazer tê-los e participar.\n\n\n\n\n\n
 THIRD CONFERENCE HEALTH LITERACY AND HUMAN RIGHTS — Council of Europe\, 
 Rome\nI am proudly in this conference to listen and debate human rights an
 d the power of health literacy as the open door to increase competences wi
 thin regulators\, politicians\, academics\, professionals\, the general pu
 blic — especially vulnerable people — and to be part of this coalition
  in human rights and HL.\nPORTUGAL — ONE OF THE BEST COUNTRIES IN HL IN 
 EUROPE\nPortugal is\, in my opinion\, one of the best countries in health 
 literacy because we already have public policies\, with:\n\n\n 	A National
  Plan for HL and Behavior Change (law since 2016\, together with former mi
 nister Adalberto Campos Fernandes)\n 	The post-graduate course of Health L
 iteracy for health professionals (with me at Ispa – Instituto Universit
 ário)\n 	Research in several schools (Escola Nacional de Saúde Pública\
 , Universidade Nova de Lisboa\, Iscte – Instituto Universitário de Lisb
 oa\, and others)\n 	Good practices based on evidence\, scientific methods 
 and health literacy methodologies\, structured and nationwide\, with Socie
 dade Portuguesa de Literacia em Saúde working with Prof. Kristine Sørens
 en since the beginning\n 	The first manual on HL for students and professi
 onals (Pactor)\n 	Partnerships with municipalities and patient association
 s (more than 60)\n 	Plain language currently used in training\, and other 
 techniques such as teach-back\, chunk &amp\; check\, Ask Me 3...\n\nGreat 
 work\, especially with the dynamic\, synergistic work of Lorenzo Montrasio
  and Lee Hibbard at the Council of Europe.\nCristina Vaz de Almeida: “At
  the end of the day we will change the world with strong words of human ri
 ghts and health literacy\, evidence-based actions that people access\, und
 erstand and use easily in a constructive way in a societally complex world
 .” President of Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde\, 5 Dec 2025
 \n\n\n\n\n\nPorto Proclamation on Sexual Health\, Rights and Justice\n\n\n
 &nbsp\;\nVer aqui.\nSexual rights\, justice\, and pleasure\n\nSexual Right
 s are human rights. Sexual Justice advances these rights by dismantling sy
 stemic barriers and structural inequalities that especially oppress margin
 alized communities. It ensures that all people can live safe\, pleasurable
 \, and fulfilling sexual lives\, free from violence and coercion\, with ac
 cess to care\, education\, legal protection and recognition\, and equitabl
 e resources.\n\n​Redress and reparation are necessary - at both systemic
  and individual levels - for those whose sexual rights have been violated 
 or denied. Sexual pleasure is a fundamental part of sexual rights\, sexual
  health\, and sexual well-being\, as well as human connection\, dignity\, 
 and joy for those who choose to experience it.\n\nEquity and inclusion\n\n
 Equity and inclusion mean guaranteeing sexual health and rights without di
 scrimination on any ground - including sexual orientation\, gender identit
 y and expression\, sex characteristics\, race\, ethnicity\, color\, langua
 ge\, religion\, political or other opinion\, national or social origin\, c
 lass\, birth\, disability\, age\, health or economic status\, marital or f
 amily status\, nationality\, or place of residence - while centering the n
 eeds and voices of those most marginalized and transforming systems so tha
 t all people can participate fully and equally in shaping their sexual liv
 es with dignity and autonomy.\n\nEvidence\n\nAll sexual health-related int
 erventions must be grounded in evidence that is rigorous and transparent\,
  supported by research and informed by the lived experiences of people and
  communities.\n\nAccountability\n\nAccountability for sexual health and ri
 ghts requires governments and institutions to be answerable through transp
 arent laws and policies\, adequate funding\, effective monitoring\, and me
 aningful community participation\, particularly from marginalized groups. 
 Beyond compliance\, accountability advances sexual justice by dismantling 
 systemic inequalities\, combating stigma\, and ensuring equitable access t
 o services and protections\, while affirming dignity for all.\n\nPerson-ce
 ntered sexual health services\n\nEvery person has the right to accessible\
 , respectful\, and confidential sexual health services\, with full informe
 d consent and shared decision-making across the life course. Sexual pleasu
 re is a fundamental part of sexual health\, sexual rights\, and sexual wel
 l-being\, and should be integrated into the provision of high-quality sexu
 al health services.\n\nComprehensive Sexuality Education and Access to Inf
 ormation\n\nEvery person has the right to comprehensive sexuality educatio
 n\, both in and out of school\, and access to evidence-based and rights-ba
 sed information that supports their health\, well-being\, and dignity. Suc
 h education should foster respectful social and sexual relationships\, sup
 port individuals in understanding how their choices affect their own well-
 being and that of others\, and ensure the protection of their rights throu
 ghout life.\n\nSolidarity and partnership\n\nLasting progress in sexual he
 alth\, rights\, and justice requires solidarity with marginalized groups\,
  ensuring that no one is left behind. It further requires equitable\, mult
 i-sector partnerships that place marginalized voices at the center and ali
 gn efforts across health\, education\, training\, justice\, finance\, and 
 technology.\n\nStrategic priorities:\n\n 	​Strengthen sexual health\, ri
 ghts\, and justice by advancing priority levers and clear pathways of impa
 ct–driving legal reform\, policymaking\, community action\, professional
  training\, clinical services\, comprehensive sexuality education\, and cr
 oss-sector collaboration at national\, regional\, and international levels
 .\n 	Promote and protect universal access to high-quality\, integrated sex
 ual health services\, comprehensive sexuality education\, and professional
  training.\n 	Strengthen a coordinated global narrative and advocacy strat
 egy supported by a commitment to joint advocacy mechanisms and movement bu
 ilding that ensure alignment and solidarity.\n 	Address the urgent need to
  confront misinformation\, disinformation\, and censorship by strengthenin
 g research\, data\, education\, and training to inform action and accounta
 bility.\n 	Develop digital strategies that amplify sexual justice\, counte
 r misinformation\, and ensure that sexual health information and advocacy 
 reach broad and diverse audiences with unrestricted access\, where it is a
 ge-appropriate.\n 	Integrate sexual health\, rights\, and justice with bro
 ader justice and democracy movements\, and with cross-sector collaboration
 \, ensuring solidarity and collective action.\n 	Ensure sustainable and eq
 uitable funding for sexual health\, rights\, and justice\, recognizing tha
 t such investment saves lives\, strengthens service delivery\, and enables
  global and local action.\n\nWe\, the signatories of this proclamation\, c
 ommit to sustaining the World Sexual Health Assembly through annual meetin
 gs and to realizing a shared plan of action that advances our collective p
 riorities.​\n\nSignatories of the Porto Proclamation on Sexual Health\, 
 Rights\, and Justice\n\n*Please note:\n\nThis is a preliminary list of sig
 natories\, with some organizations pending final board approval.\n\n​Int
 ernational and Civil Society Organizations:\n\n 	Aids Healthcare Foundatio
 n\; Daniel Reijer\; AHF-Europe Bureau Chief\n 	ARROW\; Tham Hui Ying\; Mem
 ber of the Board\n 	ILGA World\; Julia Ehrt\; Executive Director\n 	Intern
 ational Planned Parenthood Federation (IPPF)\; Manuelle Hurwitz\; Director
 \, Development and Impact\n 	MPact\; Alex Garner\; Senior Director of Stra
 tegic Initiatives &amp\; Communications\n 	Mexican Association for Sexual 
 Health (AMSSAC)\; Dr. Eusebio Rubio-Aurioles\; Founder\n 	Rutgers\; Mariek
 e van der Plas\; Executive Director\n 	The Case for Her\; Wendy Anderson a
 nd Cristina Ljungberg\; Co-founders\n 	The Pleasure Project\; Anne Philpot
 t\; Founder &amp\; Co-Director\n\nRegional Professional Sexual Health Orga
 nizations:\n\n 	Asia-Oceania Federation of Sexology (AOFS)\; Dr. Christoph
 er Fox\; President\n 	European Federation of Sexology (EFS)\; Esben Esther
  Pirelli Benestad\; President\n 	Eastern Mediterranean Federation of Sexua
 l Health (EMFeSH)\; Bouchra Assarag\; President\n 	Latin American Federati
 on of Sexology and Sexuality Education Societies (FLASSES)\; Esther Corona
 \; Past President\n 	North American Federation of Sexology Organizations\;
  Eli Coleman\; Representative\n 	Sexual Health Africa (SHA)\; Dr. Elna Rud
 olph\; Director​​\n\nProfessional Organizations:\n\n 	International So
 ciety for the Study of Women’s Sexual Health (ISSWSH)\; Dr. Sally MacPhe
 dran\; President-elect\n 	World Association for Sexual Health (WAS)\; Dr. 
 Faysal El Kak\; President\n 	World Professional Association for Transgende
 r Health (WPATH)\; Dr. Asa Radix\; President\n\nAcademic/Research Institut
 es:\n\n 	African Institute for Sexual and Gender Health\; Dr. Elna Rudolph
 \; Director\n 	Curtin University\; Dr. Jacqueline Hendriks\; Office of the
  Provost\n 	Eli Coleman Institute For Sexual and Gender Health\; Kristen M
 ark\, PhD\, MPH\; Joycelyn Elders Endowed Chair in Sexual Health Education
 \, Interim Co-Director\, and Director of Education\n 	Institute for Family
  and Sexuality Studies\, University of Leuven\; Prof. Dr. Erick Janssen\; 
 Director\n 	University of Porto\; Prof. Pedro Nobre\; Dean of the Faculty 
 of Psychology and Education Sciences\n 	Women Integrated Sexual Health (WI
 SH) Program\; Dr. Faysal El Kak\; Director\n\n​International Sexual Heal
 th Publications:\n\n 	International Journal of Sexual Health\; Eli Coleman
 \, PhD\; Editor\n 	Sexual and Reproductive Health Matters (SRHM)\; Eszter 
 Kismődi\; Chief Executive​\n\n​Individual:\n\n 	Philip Anglewicz\; Pr
 ofessor\; USA\n 	Jesse Ford\; Assistant Professor\; USA\n\nDownload the Po
 rto Proclamation\n\n“Building on progress achieved to date\, the Assembl
 y aims to define strategic priorities and foster coordinated partnership a
 nd action - to develop and strengthen a progressive agenda for sexual heal
 th\, rights\, and justice globally.”\n\n– Faysal El Kak (WAS President
 )\n\nWhat happened in Porto\n\nshould not stay in Porto.\n\nEndorse the Po
 rto Proclamation on\n\nSexual Health\, Rights\, and Justice.\n\n​\n\nSha
 re it on your social profiles.\n\noffice@worldsexualhealth.net\n\n©2024 W
 orld Association for Sexual Health. Proudly created by Pronk.\n\n\n\n\nOrg
 anizações que usam linguagem inclusiva são mais literadas\nPor Professo
 ra Doutora Cristina Vaz de Almeida\nA Convenção das Nações Unidas sobr
 e os Direitos das Pessoas com Deficiência apela para uma maior consciênc
 ia dos estereótipos\, para os evitar e como abstermo-nos de usar uma ling
 uagem estigmatizante.\nEm 2008 uma Resolução do Conselho de Ministros (n
 º 161/2008 de 22-10-2008)\nadotou medidas de promoção da transversalida
 de da perspetiva de género na administração central do Estado e aprova 
 o estatuto das conselheiras e dos conselheiros para a igualdade\, bem como
  dos membros das equipas interdepartamentais para a igualdade.\nNesta reso
 lução (2008) é afirmado que se devem “desenvolver práticas não disc
 riminatórias da linguagem\, tais como:\n\n\n 	a) a referência explícita
  aos dois sexos e\;\n 	b) a neutralização ou abstração da referência 
 sexual\, recorrendo a uma mesma forma neutra para designar ambos os sexos 
 (Resolução 161/2008).\n\nSoares (2017) afirma que “para escrever de fo
 rma inclusiva\, não é necessário reinventar a roda” (p. 2)\, isto por
 que já existem manuais orientadores\, como o “Guia” de Abranches (201
 0) para uma linguagem promotora da igualdade entre mulheres e homens na ad
 ministração pública (2008).\n\n\n\n\n\n\n\nO QUE É UMA LINGUAGEM INCLU
 SIVA?\nA linguagem inclusiva evita a utilização de expressões pejorativ
 as ou que excluam pessoas devido à sua idade\, género\, orientação sex
 ual\, raça\, convicções religiosas ou outras\, etnia\, classe social ou
  características físicas ou mentais.\nÉ preciso evitar recorrer\, mesmo
  que involuntariamente\, a uma linguagem marcada por estereótipos\, humil
 hante\, paternalista ou pejorativa (Secretariado-Geral do Conselho da Euro
 pa\, 2018).\nA linguagem inclusiva assim como uma linguagem clara é aquel
 a que os seus destinatários compreendem à primeira.\nA linguagem clara p
 ode ser expressa de várias formas. A escrita clara não é apenas sobre l
 inguagem\, mas também reflete comunicação e comportamentos.\nTemos cons
 ciência que mudar o comportamento das pessoas leva tempo\, sendo necessá
 rio ter paciência neste processo. Quanto mais específico o projeto\, mai
 s duradouro é o efeito que tem.\nQuando pensamos em comunicação públic
 a\, integramos todos os setores de serviços essenciais como os do forneci
 mento de água\, luz\, sistemas de segurança social e de saúde onde a li
 nguagem verbal e não verbal usada pelos colaboradores das várias organiz
 ações eve ser clara\, simples\, concisa e conter informações completas
  e precisas\nAlém da linguagem oral\, a escrita clara traduz-se numa ferr
 amenta de eficiência\, que também contribui para a diminuição do erro.
 \nA escrita clara não é apenas sobre linguagem\, mas comunicação e com
 portamento.\nA Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pesso
 as com Deficiência defende que deve haver consciência de linguagem inclu
 siva\, apelando a todos o combate aos estereótipos e ao uso de uma lingua
 gem que pode ser humilhante\, paternalista ou pejorativa (Secretariado-Ger
 al do Conselho da Europa\, 2018).\nGRUPOS DE TRABALHO\nTiveram que passar 
 quase 10 anos para em 2017 ser criado um grupo de trabalho interinstitucio
 nal de língua portuguesa sobre linguagem inclusiva que caminhasse neste s
 entido de inclusão e por isso também para um processo de literacia em sa
 úde dos indivíduos e das organizações relativamente ao uso de uma ling
 uagem compreensível e acessível a todos de acordo com o seu perfil (Shri
 ver\, Cheek &amp\; Mercer\, 2010).\nAs palavras refletem as nossas atitude
 s e convicções e é precisamente por isso que importa utilizar as palavr
 as certas\, E nenhuma pessoa gosta de ser identificada pela sua deficiênc
 ia (Secretariado-Geral do Conselho da Europa\, 2018).\nA nível europeu\, 
 a linguagem inclusiva “assegura a coerência entre os valores da UE (com
 o a igualdade e a não discriminação\, princípios consagrados nos Trata
 dos) e as mensagens que esta veicula (Soares\, 2017).\nAS PESSOAS COM DEFI
 CIÊNCIA E OUTRAS DESIGNAÇÕES\nAs indicações estendem-se a todos os pr
 ofissionais e\, mais especificamente\, aos de saúde\, que lidam rotineira
 mente com pessoas com deficiência.\nRelativamente às pessoas com defici
 ência\, o profissional de saúde deve avaliar o perfil do seu paciente\, 
 o seu nível da sua literacia em saúde e ajustar a sua capacidade de comu
 nicação\, adaptando ainda o seu discurso (Watson Institute\, 2020). Por 
 exemplo\, a repetição dos conceitos de uma forma mais lenta e audível\,
  permite que o paciente vá acompanhando\, e retenha mais facilmente a inf
 ormação a transmitir. O desenvolvimento de competências do profissional
  de saúde através do reforço dos seus conhecimento\, capacidade e atrib
 utos pessoais\, é essencial (Vaz de Almeida\, 2020).\nDe acordo com a WHO
  (2020) a comunicação deve ser acessível\, acionável\, credível\, rel
 evante\, atempada e compreensível.\nPorém\, porque ainda não dominam a 
 linguagem mais atualizada e inclusiva\, muitos ainda utilizam expressões 
 que podem ser estigmatizantes como chamara de “cego” ou “surdo” po
 r exemplo. Então como proceder? (Quadro 1).\n\n\n\n\n\n\n\n Quadro 1. A R
 eferência à “pessoa”.\n• Colocar a tónica na pessoa (“uma pesso
 a com deficiência”).\n• Salientar a singularidade e as capacidades de
  cada pessoa\, em vez de a definir por um problema de saúde.\n• Evitar 
 expressões como “sofre de” e palavras que remetam para a ideia de ví
 tima “coitada”.\nFonte: Baseado no Secretariado-Geral do Conselho da E
 uropa\, 2018.\nA linguagem inclusiva trata as mulheres e os homens de form
 a igual\, sem perpetuar as perceções estereotipadas de cada pessoa em fu
 nção do género ou do seu estado\, cor\, religião\, cultura\, etc. (Qua
 dro 2).\n\n\n\n\n\n\n\nQuadro 2. Utilização da melhor linguagem inclusiv
 a pelos profissionais de saúde.\nA EVITAR\nEvite designações coletivas\
 , como a referência a “cegos” ou “surdos”\nExistem diferentes gra
 us de deficiência visual e auditiva e as informações devem ser focadas 
 na pessoa e não na deficiência\nExpressões paternalistas\nExpressões p
 ara uma senhora adulta: A menina porte-se bem.\nExpressões humilhantes:\n
 Não sejas mariquinhas!\nCOMO DEVE PASSAR A SER DITO\nPessoa com deficiên
 cia visual ou Pessoa com deficiência auditiva\nA Senhora X deve seguir es
 tas recomendações para se sentir melhor.\nNão tenhas receio.\nNão tenh
 as medo\nFonte. Elaboração própria baseado em Secretariado-Geral do Con
 selho da Europa (2018).\nTambém existe orientação do Conselho sobre Igu
 aldade de Género (2016) relativamente às relações de casal. Assim\, a 
 orientação do Conselho (2016) é que os termos “parceiro/parceira” o
 u “cônjuge” são mais inclusivos do que “marido/mulher” e reflete
 m melhor a variedade de relações que existem atualmente na sociedade (po
 r exemplo\, pessoas não casadas\, pessoas em união de facto ou parcerias
  registadas\, casais do mesmo sexo).\nTambém se torna necessário ter ate
 nção relativamente a expressões que estejam ultrapassadas ou negativame
 nte conotados segundo o Conselho sobre igualdade de género (2016). A tón
 ica deve ser colocada na pessoa: em vez de “as lésbicas\, os gays\, os 
 bissexuais\, os transgéneros\, os intersexo”\, é preciso referir verba
 lmente ou por escrito\, as “pessoas lésbicas\, gays\, bissexuais\, tran
 sgénero e intersexuais” ou as “pessoas LGBTI” (Conclusões do Conse
 lho sobre igualdade de género\, 2016).\nESPECIFICAÇÃO\nA especificaçã
 o é uma solução a evitar sempre que é possível e adequado recorrer à
  neutralização ou abstração\, uma vez que tem o inconveniente de torna
 r os textos mais longos e menos elegantes. Num texto inclusivo nem sempre 
 é possível evitar a especificação. Nos casos em que é necessário uti
 lizá-la\, existem duas soluções alternativas: as formas duplas (“os a
 lunos e as alunas”\, ou “os e as alunas”) e o emprego de barras (“
 o/a professor/a”).\nNEUTRALIZAÇÃO OU ABSTRAÇÃO\n·        Su
 bstituição por termos neutros (termos genéricos\, abstratos ou coletivo
 s\, nomes sobrecomuns\, etc.).\n·        Substituição de nomes 
 por pronomes invariáveis.\n·        Soluções alternativas: est
 rutura gramatical diferente (passiva\, imperativo\, infinitivo).\nIMAGENS\
 nA escolha de imagens pode ter efeitos não inclusivos e discriminatórios
 . Por isso\, torna-se necessário escolher imagens que mostrem a diversida
 de do ambiente de trabalho\, pelo que é importante quando retrata pessoas
  de selecionar pessoas de vários géneros.\nO QUE PODE AINDA SER FEITO PA
 RA UMA LINGUAGEM MAIS INCLUSIVA NO ÂMBITO DE UMA MAIOR LITERACIA?\nO cami
 nho é ainda está a ser feito. Existem muitas orientações regionais\, n
 acionais\, europeias\, internacionais a nível político\, social e de sa
 úde (Resolução 161/2008\; Secretariado-Geral do Conselho da Europa\, 20
 18).\nNo entanto\, o reforço de algumas áreas-chave pode ser considerado
  para estruturar e consolidar aquilo que é pretendido pela Literacia em S
 aúde por um lado\, respetivamente quanto ao acesso\, compreensão e uso d
 a informação (Sørensen e outros\, 2012) transversal e promotor de resul
 tados efetivos em saúde e\, por outro\, pela ambição de tornar o cidad
 ão/ã mais preparado/a para um comportamento mais inclusivo\, humanista\,
  interventor\, onde se destaca a necessidade de uma comunicação mais inc
 lusiva e promotora de uma igualdade. O investimento nas competências dos 
 profissionais de saúde é um dos caminhos (Vaz de Almeida &amp\; Belim\, 
 2020)\, além de outras intervenções estratégicas promotoras de resulta
 dos.\nA consciência da importância desta comunicação inclusiva dentro 
 das organizações que se desejam literadas não tem muito tempo (Brach e 
 outros\, 2012).\nSugere-se\, por isso\, o reforço dos seguintes passos (e
 ntre outros mais que certamente existem) para uma comunicação em saúde 
 mais inclusiva (Quadro 3).\n\n\n\n\n\n\n\nQuadro 3. Os 17 Passos de uma li
 teracia em saúde inclusiva\n1.       Contribuir para uma maior Cid
 adania – isto significa que é preciso que a sociedade se prepare e des
 envolva estratégias para dar importância ao tema\;\n2.       Incl
 uir as pessoas com deficiência na construção dos programas de comunica
 ção em saúde\;\n3.       Desenvolver práticas formativas que e
 nsinem os profissionais de saúde a usar e a compreender melhor a linguage
 m inclusiva\;\n4.       Implementar a noção e a prática do Respe
 ito\, com o investimento no desenvolvimento do ser humano desde a infânci
 a\, através do desenvolvimento de competências parentais\, nas escolas\,
  aos educadores formais e através de uma educação global que promova ta
 mbém a educação para a saúde\;\n5.       Desenvolver canais ade
 quados de Informação que se transforme em conhecimento\, combinando os 
 meios impressos\, audiovisuais e digitais\;\n6.       Conhecer melh
 or o que desejam as audiências\, como se movem e o que as faz mudar\;\n7
 .       Perceber se as pessoas têm eficácia para agir\, isto é\
 , têm o conhecimento suficiente para a ação\; compreendem as razões qu
 e estão por detrás de não se dizer “o cego” ou o “surto” ou o 
 “autista” e falar na pessoa com cegueira\, na pessoa com surdez\, na p
 essoa com deficiência? Porque de fato é a pessoa que está no centro\;\n
 8.       Perceber e resolver as questões relacionadas com a indife
 rença ou a inércia. Se se compreender a base da inércia pode arranjar-
 se meios mais influenciadores e motivadores para que as pessoas sintam von
 tade de atuar por uma maior inclusão\;\n9.       Descobrir os infl
 uenciadores\, motivadores de uma maior inclusão promotora de uma literaci
 a em saúde que use uma comunicação inclusiva e inseri-los nas campanha
 s locais\, regionais\, nacionais\, internacionais\;\n10.   Preparar mel
 hor a organizações para formar os seus colaboradores nesta linguagem in
 clusiva também promotora de uma maior literacia em saúde? Alguém ensino
 u os profissionais na linguagem correta inclusiva?\n11.   Trabalhar em 
 rede multissectorial e dentro das comunidades para compreender as crença
 s\, os estereótipos que existem e saber ultrapassá-los\;\n12.   Medir
  constantemente os resultados até se atingirem patamares razoáveis de s
 ucesso e depois monitorizar de uma forma regular a evolução\;\n13.   
 Utilizar profusamente as ferramentas da literacia em saúde\, uteis para 
 comunicar melhor\, de forma mais acessível e transparente (AHRQ\, 2015).\
 n14.   Demonstrar o valor e os resultados de uma comunicação inclusiv
 a (nas organizações\, na comunidade\, nos media)\;\n15.   Desenvolve
 r uma investigação associada ao tema da comunicação inclusiva na lite
 racia em saúde\;\n16.   Organizar e mostrar as boas práticas inclusiv
 as em saúde promotoras de uma melhor literacia em saúde e cidadania.\n17
 .   Abranger todos os cidadãos no seu ciclo de vida.\nMudar o comporta
 mento das pessoas leva tempo\, é essencial ter paciência. Quanto mais es
 pecífico o projeto\, mais duradouro o efeito que tem.\nAs orientações s
 obre o idioma são apenas uma parte das instruções. É importante saber 
 sobre como obter a atenção das pessoas\, reduzir a sua resistência e pr
 oduzir efeitos (quadro 4).\nQuadro 4. Orientações para uma linguagem cla
 ra\nALGUMAS ORIENTAÇÕES SOBRE LINGUAGEM CLARA\nEM VEZ DE… DIZER OU ESC
 REVER ASSIM\nAcompanhar Ir com\nRealizar Fazer\nConcedido Dado\nAdequadame
 nte Tão\nAcumular\, adicionar Ganhar\, juntar\nPrecisão Correto\, exato\
 , certo\nAdicional adicionado Mais\nEndereçar Discutir\nDestinatários Vo
 cê\, vós\nAconselhar\, recomendar Dizer\nAdjacente Próximo\nVantajoso 
 Útil\nAdverso Mau\nPermitir Ir\nAntecipar Esperar\nUm número de Alguns\n
 Um número apreciável Vários\nApropriado Certo\nTal como Assim\nConforme
  prescrito De acordo\, feito\, fazer assim\nNo tempo presente Agora\nTenta
 tiva Tentar\nCompetência Capacidade\nProximidade Perto\nCombinado Junto\n
 Iniciado Começar\nEm concordância Seguir\, de acordo\nComponente Parte\n
 Consequentemente Assim\, desta forma\nConsolidar Juntar\, unir\nFonte: Ela
 boração própria\, baseado em Abranches\, 2009\; Shriver\, Cheek &amp\; 
 Mercer\, 2010.\nÉ importante olhar para como o comportamento muda quando 
 damos ou recebemos uma mensagem.\nPode ser usada por vezes uma linguagem m
 ais coloquial associada a comportamentos para tornar os textos mais eficaz
 es\, com uma lista de verificação de técnicas comportamentais para cart
 as e correios.\nReferências\nAbranches\, G. (2009). Guia para uma Linguag
 em Promotora da Igualdade entre Mulheres e Homens na Administração Públ
 ica. Lisboa: Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Disponíve
 l em: https://www.cig.gov.pt/siic/pdf/2014/siic-Linguagem.pdf.\nBrega\, A.
  G.\, Freedman\, M. A. G.\, LeBlanc\, W. G.\, Barnard\, J.\, Mabachi\, N. 
 M.\, Cifuentes\, M.\, Albright\, K.\, Weiss\, B. D.\, Brach\, C.\, &amp\; 
 West\, D. R. (2015). Using the health literacy universal precautions toolk
 it to improve the quality of patient materials. Journal of Health Communic
 ation\, 20(2)\, 69-76.\nParrott R.(2004). Emphasizing “communication”
  in health communication. J Communication\,54\, 751-787. doi: 10.1111/j.14
 60-2466.2004.tb02653.x\nResolução do Conselho de Ministros (2008). n.º 
 161/2008\, Diário da República\, I Série\, n.º 205\, de 22 de outubro 
 de 2008. Disponível em:https://dre.pt/application/conteudo/438443\nShrive
 r\, K.\, Cheek\, A.\, &amp\; Mercer\, M. (2010). The research basis of pla
 in language techniques: Implications for establishing standards. Clarity\,
  63\, 26-33.\nSoares\, H. (2017). Novo grupo interinstitucional sobre ling
 uagem inclusiva. A folha Boletim da língua portuguesa nas instituições 
 europeias. Disponível em: http://ec.europa.eu/translation/portuguese/maga
 zine N.º 55 — outono de 2017 NOVO GRUPO INTERINSTITUCIONAL SOBRE LINGUA
 GEM INCLUSIVA — Helena Soares\nWho (2020). Why communicate for health. D
 isponível em: https://www.who.int/about/communications\nVaz de Almeida\, 
 C. (2020). Health Competencies: Beyond the Biomedical. How knowledge\, ski
 lls\, and attributes improve the effectiveness of results. Patient Safety 
 &amp\; Quality Health Care ‐ PSQH [online) Retrieved from: https://www.p
 sqh.com/analysis/health-competencies-beyond-the-biomedical/\nVaz de Almeid
 a\, C.\, &amp\; Belim\, C. (2020). Health professionals’ communication 
 competences decide patients’ well-being: Proposal of a communication mod
 el. In A. Tkalac Verčič\, R. Tench &amp\; S. Einwiller\, Joy. Using stra
 tegic communication to improve well-being and organizational success. 12\
 , (5)\, Bingley\, UK: Emerald Publishing. https://books.emeraldinsight.co
 m/page/detail/Joy/?k=9781800432413\nVaz de Almeida. (2020). A literacia em
  saúde usa uma linguagem inclusiva. A Pátria [on line] Disponível em ht
 tps://apatria.org/saude/a-literacia-em-saude-usa-uma-linguagem-inclusiva/\
 nOutras fontes\nhttps://www.soportugues.com.br/secoes/sint/\nEste site per
 mite introduzir o texto e verificar se é de complexa ou fácil leitura.\n
 https://cental.uclouvain.be/amesure/\nplain language – exemplos dados pe
 lo governo dos estados unidos para a plain language\nhttps://plainlanguage
 .gov/guidelines/words/use-simple-words-phrases/\nfonte do artigo: https://
 apatria.org/saude/organizacoes-que-usam-linguagem-inclusiva-sao-mais-liter
 adas/\n\n\n\n\n\n\n\nA literacia em saúde usa uma linguagem inclusiva\nPo
 r Professora Doutora Cristina Vaz de Almeida\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nTer 
 literacia em saúde significa que quem comunica bem reforça o correto ace
 sso\, compreensão e uso da informação em saúde\, sendo os emissores co
 dificadores (Hall\, 1980) com a responsabilidade de promover uma comunica
 ção oral\, formal e informal inclusiva e bem descodificada. Também as 
 organizações literadas têm a responsabilidade de preparar as equipas pa
 ra saberem dar o correto acesso\, compreensão e uso dos seus serviços (B
 rach e outros\, 2012).\n\n\n\n§  CASO 1.\n\nA. vai a uma consulta em cu
 idados saúde primários. Está sentada num local distante da entrada para
  os gabinetes.\n\nAlguém vai à sala de espera e chama por “Sra A.”. 
 Nesse momento ela está a atender um telefonema\, e não ouve.\n\nA assist
 ente volta para o gabinete do médico e regressa à sala de espera e diz e
 m voz alta: “Chama-se A\, a senhora cega!……\n\nA.      levanta
 -se e dirige-se para a consulta…  O que é que aqui está mal?\n\n\n\n\
 n\n\n§  CASO 2.\n\nB. está numa fila para ir a uma consulta em ambulat
 ório\, num hospital\, e aguarda numa fila de entrada com o distanciamento
  necessário por causa dos cuidados a ter com o Covid-19 (SARS). Demora un
 s segundos até dar o passo em frente para avançar na fila.\n\nUma pessoa
  que está atrás dela diz: “despache-se\, vá lá…”\n\nUm seguranç
 a que controla as entradas replica: “não ligue\, ela é surda que nem 
 uma porta!” O que é que aqui está mal?\n\n\n\nPartilhamos todos a res
 ponsabilidade de criar um ambiente de trabalho inclusivo.\n\nHoje\, é imp
 ortante utilizar uma linguagem inclusiva por razões políticas\, cognitiv
 as e linguísticas (Soares\, 2017).\n\nA Convenção das Nações Unidas s
 obre os Direitos das Pessoas com Deficiência apela ter consciência dos e
 stereótipos\, para os evitar e abstermo-nos de usar linguagem estigmatiza
 nte.\n\nEm 2008 uma Resolução do Conselho de Ministros (nº 161/2008 de
  22-10-2008)\nadota medidas de promoção da transversalidade da perspetiv
 a de género na administração central do Estado e aprova o estatuto das 
 conselheiras e dos conselheiros para a igualdade\, bem como dos membros da
 s equipas interdepartamentais para a igualdade.\n\nNesta resolução (2008
 ) é afirmado que se devem “desenvolver práticas não discriminatórias
  da linguagem\, tais como:\n\n 	a) a referência explícita aos dois sexos
  e\;\n 	b) a neutralização ou abstração da referência sexual\, recorr
 endo a uma mesma forma nutra para designar ambos os sexos (Resolução 161
 /2008).\n\nSoares (2017) afirma que “para escrever de forma inclusiva\, 
 não é necessário reinventar a roda” (p. 2)\, isto porque já existem 
 manuais orientadores\, como o “Guia” de Abranches (2010) para uma ling
 uagem promotora da igualdade entre mulheres e homens na administração p
 ública (2008).\n\nÉ preciso evitar recorrer\, mesmo que involuntariament
 e\, a uma linguagem marcada por estereótipos\, humilhante\, paternalista 
 ou pejorativa (Secretariado-Geral do Conselho da Europa\, 2018).\n\nTiver
 am que passar quase 10 anos para em 2017 ser criado um grupo de trabalho i
 nterinstitucional de língua portuguesa sobre linguagem inclusiva que cami
 nhasse neste sentido de inclusão e por isso também para um processo de l
 iteracia em saúde dos indivíduos e das organizações relativamente ao u
 so de uma linguagem compreensível e acessível a todos de acordo com o se
 u perfil (Shriver\, Cheek &amp\; Mercer\, 2010).\n\nAs palavras refletem a
 s nossas atitudes e convicções e é precisamente por isso que importa ut
 ilizar as palavras certas\, E nenhuma pessoa gosta de ser identificada pel
 a sua deficiência (Secretariado-Geral do Conselho da Europa\, 2018).\n\nA
  nível europeu\, a linguagem inclusiva “assegura a coerência entre os 
 valores da UE (como a igualdade e a não discriminação\, princípios con
 sagrados nos Tratados) e as mensagens que esta veicula (Soares\, 2017).\n\
 nAs indicações estendem-se a todos os profissionais e os de saúde lidam
  rotineiramente com pessoas com deficiência. Relativamente às pessoas c
 om deficiência\, o profissional de saúde deve avaliar o perfil do seu pa
 ciente\, o seu nível da sua literacia em saúde e ajustar a sua capacidad
 e de comunicação\, adaptando ainda o seu discurso (Watson Institute\, 20
 20).  Por exemplo\, a repetição dos conceitos de uma forma mais lenta e
  audível\, permite que o paciente vá acompanhando\, e retenha mais facil
 mente a informação a transmitir. O desenvolvimento de competências do p
 rofissional de saúde através do reforço dos seus conhecimento\, capacid
 ade e atributos pessoais\, é essencial (Vaz de Almeida\, 2020).\n\nDe aco
 rdo com a WHO (2020) a comunicação deve ser acessível\, acionável\, cr
 edível\, relevante\, atempada e compreensível.\n\nPorém\, porque ainda 
 não dominam a linguagem mais atualizada e inclusiva\, muitos ainda utiliz
 am expressões que podem ser estigmatizantes como chamara de “cego” ou
  “surdo” por exemplo. Então como proceder? (Quadro 1).\n\nQuadro 1. A
  Referência à “pessoa”.\n\n\n\n• Colocar a tónica na pessoa (“u
 ma pessoa com deficiência”).\n\n• Salientar a singularidade e as capa
 cidades de cada pessoa\, em vez de a definir por um problema de saúde.\n\
 n• Evitar expressões como “sofre de” e palavras que remetam para a 
 ideia de vítima “coitada”.\n\n\n\nFonte: Baseado no Secretariado-Gera
 l do Conselho da Europa\, 2018.\n\nA linguagem inclusiva trata as mulheres
  e os homens de forma igual\, sem perpetuar as perceções estereotipadas 
 de cada pessoa em função do género ou do seu estado\, cor\, religião\,
  cultura\, etc. (Quadro 2).\n\nQuadro 2. Utilização da melhor linguagem 
 inclusiva pelos profissionais de saúde.\n\n\n\nA EVITAR\nCOMO DEVE PASSAR
  A SER DITO\n\n\nEvitar as designações coletivas como por exemplo a refe
 rência a “os cegos”\, ou “surdos”\n\nExiste diferentes graus de i
 ncapacidade visual e auditiva e deve centra-se a informação na pessoa em
  vez de na deficiência\nPessoa com deficiência visual ou Pessoa com defi
 ciência auditiva\n\n\nExpressões paternalistas\n\nExpressões para uma s
 enhora adulta: A menina porte-se bem.\nA Senhora X deve seguir estas recom
 endações para se sentir melhor.\n\n\nExpressões humilhantes:\n\nDeixa-t
 e de mariquices!\nNão tenhas receio.\n\nNão tenhas medo\n\n\n\nFonte. El
 aboração própria baseado em Secretariado-Geral do Conselho da Europa (2
 018).\n\nA Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas c
 om Deficiência defende que deve haver consciência de linguagem inclusiva
 \, apelando a todos o combate aos estereótipos e uso de linguagem que pod
 e ser humilhante\, paternalista ou pejorativa (Secretariado-Geral do Conse
 lho da Europa\, 2018).\n\nA consciência da importância da comunicação 
 na relação entre profissional e paciente e dentro das organizações que
  se desejam literadas não tem muito tempo. Apenas em 2009\, e pela primei
 ra vez\, (Rimal &amp\; Lapinski\, 2009)\, a comunicação sobre saúde foi
  atribuída a objetivos do Healthy People 2010\, ilustrando a sua crescent
 e importância (Parrott).\n\nNestes objetivos do Healthy People 2010 a com
 unicação em saúde é vista como relevante em quase todos os aspetos da 
 saúde e bem-estar\, incluindo a prevenção da doença\, a promoção da 
 saúde e a qualidade de vida (Rimal &amp\; Lapinski\, 2009).\n\nO QUE PODE
  AINDA SER FEITO PARA UMA LINGUAGEM MAIS INCLUSIVA NO ÂMBITO DE UMA MAIOR
  LITERACIA EM SAÚDE?\n\nO caminho é ainda está a ser feito. Existem mui
 tas orientações regionais\, nacionais\, europeias\, internacionais a ní
 vel político\, social e de saúde (Resolução 161/2008\; Secretariado-Ge
 ral do Conselho da Europa\, 2018).\n\nNo entanto\, o reforço de algumas 
 áreas-chave pode ser considerado para estruturar e consolidar aquilo que 
 é pretendido pela Literacia em Saúde por um lado\, respetivamente quanto
  ao acesso\, compreensão e uso da informação (Sørensen e outros\, 2012
 ) transversal e promotor de resultados efetivos em saúde e\, por outro\, 
  pela ambição de tornar o cidadão/ã mais preparado/a para um comporta
 mento mais inclusivo\, humanista\, interventor\, onde se destaca a necessi
 dade de uma comunicação mais inclusiva e promotora de uma igualdade.  O
  investimento nas competências dos profissionais de saúde é um dos cami
 nhos (Vaz de Almeida &amp\; Belim\, 2020)\, além de outras intervenções
  estratégicas promotoras de resultados\n\nSugere-se\, por isso\, o refor
 ço dos seguintes passos (entre outros mais que certamente existem) para u
 ma comunicação em saúde mais inclusiva (Quadro 3).\n\nQuadro 3. Os 17 P
 assos de uma literacia em saúde inclusiva\n\n\n\n1.     Contribuir par
 a uma maior Cidadania – isto significa que é preciso que a sociedade se
  prepare e desenvolva estratégias para dar importância ao tema\;2.   
    Incluir as pessoas com deficiência na construção dos programas de
  comunicação em saúde\;\n\n3.      Desenvolver práticas formativ
 as que ensinem os profissionais de saúde a usar e a compreender melhor a
  linguagem inclusiva\;\n\n4.      Implementar a noção e a prática
  do Respeito\, com o investimento no desenvolvimento do ser humano desde a
  infância\, através do desenvolvimento de competências parentais\, nas 
 escolas\, aos educadores formais e através de uma educação global que p
 romova também a educação para a saúde\;\n\n5.      Desenvolver c
 anais adequados de Informação que se transforme em conhecimento\, combi
 nando os meios impressos\, audiovisuais e digitais\;\n\n6.      Conh
 ecer melhor o que desejam as audiências\, como se movem e o que as faz m
 udar\;\n\n7.      Perceber se as pessoas têm eficácia para agir\,
  isto é\, têm o conhecimento suficiente para a ação\; compreendem as 
 razões que estão por detrás de não se dizer “o cego” ou o “surto
 ” ou o “autista” e falar na pessoa com cegueira\, na pessoa com surd
 ez\, na pessoa com deficiência? Porque de fato é a pessoa que está no c
 entro\;\n\n8.      Perceber e resolver as questões relacionadas com
  a indiferença ou a inércia. Se se compreender a base da inércia pode 
 arranjar-se meios mais influenciadores e motivadores para que as pessoas s
 intam vontade de atuar por uma maior inclusão\;\n\n9.      Descobri
 r os influenciadores\, motivadores de uma maior inclusão promotora de uma
  literacia em saúde que use uma comunicação inclusiva e inseri-los nas
  campanhas locais\, regionais\, nacionais\, internacionais\;\n\n10.  Pre
 parar melhor a organizações para formar os seus colaboradores nesta lin
 guagem inclusiva também promotora de uma maior literacia em saude? Algué
 m ensinou os profissionais na linguagem correta inclusiva?\n\n11.  Traba
 lhar em rede multissectorial e dentro das comunidades para compreender as
  crenças\, os estereótipos que existem e saber ultrapassá-los\;\n\n12.
   Medir constantemente os resultados até se atingirem patamares razoá
 veis de sucesso e depois monitorizar de uma forma regular a evolução\;\n
 \n13.  Utilizar profusamente as ferramentas da literacia em saúde\, ut
 eis para comunicar melhor\, de forma mais acessível e transparente (AHRQ\
 , 2015).\n\n14.  Demonstrar o valor e os resultados de uma comunicação
  inclusiva (nas organizações\, na comunidade\, nos media)\;\n\n15.  D
 esenvolver uma investigação associada ao tema da comunicação inclusiv
 a na literacia em saúde\;\n\n16.  Organizar e mostrar as boas práticas
  inclusivas em saúde promotoras de uma melhor literacia em saúde e cidad
 ania.\n\n17.  Abranger todos os cidadãos no seu ciclo de vida.\n\n\n\nR
 eferências\n\nAbranches\, G. (2009). Guia para uma Linguagem Promotora da
  Igualdade entre Mulheres e Homens na Administração Pública. Lisboa: Co
 missão para a Cidadania e Igualdade de Género. Disponível em: https://
 www.cig.gov.pt/siic/pdf/2014/siic-Linguagem.pdf.\n\nBrega\, A. G.\, Freedm
 an\, M. A. G.\, LeBlanc\, W. G.\, Barnard\, J.\, Mabachi\, N. M.\, Cifuent
 es\, M.\, Albright\, K.\, Weiss\, B. D.\, Brach\, C.\, &amp\; West\, D. R.
  (2015). Using the health literacy universal precautions toolkit to improv
 e the quality of patient materials. Journal of Health Communication\, 20
 (2)\, 69-76.\n\nParrott R.(2004).  Emphasizing “communication” in hea
 lth communication. J Communication\,54\, 751-787. doi: 10.1111/j.1460-24
 66.2004.tb02653.x\n\nResolução do Conselho de Ministros (2008). n.º 161
 /2008\, Diário da República\, I Série\, n.º 205\, de 22 de outubro de 
 2008. Disponível em:https://dre.pt/application/conteudo/438443\n\nShriver
 \, K.\, Cheek\, A.\, &amp\; Mercer\, M. (2010). The research basis of plai
 n language techniques: Implications for establishing standards. Clarity\,
  63\, 26-33.\n\nSoares\, H. (2017). Novo grupo interinstitucional sobre li
 nguagem inclusiva. A folha Boletim da língua portuguesa nas instituiçõ
 es europeias. Disponível em: http://ec.europa.eu/translation/portuguese/m
 agazine N.º 55 — outono de 2017 NOVO GRUPO INTERINSTITUCIONAL SOBRE LIN
 GUAGEM INCLUSIVA — Helena Soares\n\nWho (2020). Why communicate for heal
 th. Disponível em: https://www.who.int/about/communications\n\nVaz de Al
 meida\, C. (2020). Health Competencies: Beyond the Biomedical. How knowled
 ge\, skills\, and attributes improve the effectiveness of results. Patient
  Safety &amp\; Quality Health Care ‐ PSQH [online)  Retrieved from: h
 ttps://www.psqh.com/analysis/health-competencies-beyond-the-biomedical/\n\
 nVaz de Almeida\, C.\, &amp\; Belim\, C. (2020). Health professionals’ c
 ommunication competences decide patients’ well-being: Proposal of a comm
 unication model. In A. Tkalac Verčič\, R. Tench &amp\; S. Einwiller\, J
 oy. Using strategic communication to improve well-being and organizational
  success. 12\, (5)\, Bingley\, UK: Emerald Publishing. https://books.em
 eraldinsight.com/page/detail/Joy/?k=9781800432413\n\n&nbsp\;\n\n\n\n\n\n\n
 \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nPresidente da SPLS participa em conferência int
 ernacional a convite do Dr. Mattia Peradotto\, do Governo italiano\, e do 
 Dr. Lee Hibard\, do Conselho da Europa\n A Professora Doutora Cristina Va
 z de Almeida\, Presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (
 SPLS)\, foi convidada como oradora na conferência internacional intitulad
 a “Health Literacy and Human Rights – Connecting Policy with Practice 
 to Promote Inclusion and Combat Discrimination”. O convite surgiu Dr. Le
 e Hibard\, do Conselho da Europa\, e do diretor-geral do Gabinete Nacional
  Contra a Discriminação Racial de Itália\, Dr. Mattia Peradotto\, e foi
  realizado no dia 5 de dezembro de 2024\, em Roma\, das 9h às 18h (horár
 io de Itália).\n\nOrganizada pelo Gabinete Nacional Contra a Discriminaç
 ão Racial de Itália em colaboração com o Conselho da Europa e com o ap
 oio do Ministério da Família\, Natalidade e Igualdade de Oportunidades d
 e Itália\, a conferência reuniu especialistas de renome para discutir es
 tratégias de promoção da inclusão e combate à discriminação por mei
 o da literacia em saúde.\n\nA Presidente da SPLS teve a oportunidade de c
 ontribuir com sua experiência em políticas e práticas de literacia em s
 aúde\, reafirmando o papel de Portugal como referência nesta área. O ev
 ento foi transmitido ao vivo e gravado\, permitindo amplo acesso ao públi
 co internacional.\n\n\n\nTambém o Professor Doutor Miguel Arriaga\, da Di
 reção-Geral da Saúde\, marcou presença neste evento. O painel abordou 
 a promoção da inclusão no combate à discriminação na sociedade.\n\n\
 n\nEsta participação reflete o reconhecimento do trabalho desenvolvido p
 ela SPLS na promoção da saúde como um direito humano fundamental.\n\n[f
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 3" aspect_ratio_position="" masonry_image_position="" image_title="" image
 _caption="" link="" linktarget="_self" /][/fusion_gallery]\n\nDiscurso da 
 Professora Cristina Vaz de Almeida:\nBuon pomeriggio a tutti\n\nDesidero s
 alutare il panel in cui mi trovo nella persona del Professor Stephan vande
 nbroucke \, così come i miei colleghi e ringraziare in particolare il Dir
 ettore Generale dell ' Ufficio Nazionale Contro la Discriminazione Razzial
 e d'Italia\,Dott. Mattia Peradotto\, e il Direttore Lee Hibbard\, della Di
 visione Diritti Umani e Biomedicina\, Direzione Diritti Umani\, del Consig
 lio d'Europa\, Preofessora Kristine Sorensen\, Prof Miguel Arriaga e Dr. L
 orenzo Montrasio (UNAR)\n\nPer me è un grande privilegio poter discutere 
 di un argomento che è nella mia agenda quotidiana\, e che vede una luce d
 i conciliazione di volontà \, tra così tante persone che lottano in modo
  simile a me e la società portoghese dell'alfabetizzazione sanitaria. È 
 un piacere essere a Roma. Grazie mille per questo invito\n\nIntrodurrò le
  prime parole in italiano per poi passare all'inglese\n\nL'alfabetizzazion
 e sanitaria consiste nel preservare la fiducia.\n\nÈ per preservare la si
 curezza. \n\nServe a preservare l'accessibilità.\n\nÈ quello di investi
 re nel cambiamento del comportamento con la scienza del comportamento.  
 \n\nSi tratta di proteggere e difendere i diritti umani\n\nLe persone hann
 o bisogno di cambiare con azioni semplici e chiare\, a piccoli passi\n\nHe
 alth literacy is about preserving trust and safety\n\nIts to invest in beh
 avior change with the behavior science.  \n\nIt is to protect and defend
  human rights\n\nPeople need to change with simple\, clear actions\, in sm
 all steps\n\nHealth literacy experts know the science of behavior and know
  the strategies\, principles and models that allow individuals and groups 
 to change their behaviors for more included and socially integrated experi
 ences.\n\nHealth literacy experts can help structure more effective public
  policies\, because they know and they are adapted to the real needs of pe
 ople and target groups. \n\nThey work directly on change behaviour and li
 sten to the voices of citizens.\n\nHealth literacy experts must work with 
 policy makers. These experts bridge the gap between citizens\, stakeholder
 s and legislators.\n\nIn Portugal we have a national plan for health liter
 acy and knowledge of behavior\, in which I participated with great pride\n
 \nWe have defined\, in this plan\, the use of a very practical model – t
 he  COM B model – skills\, motivation and opportunity – for behaviour
  (Michie et al 200'6) opens doors to intervention.\n\nFighting discriminat
 ion needs previous steps\, which is to know which populations feel discrim
 inated against and the reasons for this fact.\n\nPromoting inclusion is me
 eting the expectations of populations that feel the need to be included\, 
 and that for various multifactorial and multi-domain reasons\, are not.\n\
 nWe know the laws\n\nWe have good laws to fight discrimination\n\nSo why d
 oesn't this happen?\n\nNever before has the world\, organizations and rese
 archers had so much data on inequalities. \n\nThroughout the life cycle.
  \n\n 	We have data on the millions of girls and women without education\
 n 	we have data on domestic violence and woman deaths and injured (140 wom
 en are killed every day by their close relatives)\n 	We know that economic
  deprivation is a predictor of more obese populations\, with more hyperten
 sion\, more diabetes\, more cardiovascular and oncological diseases. The d
 ata speak for themselves.  \n\nAnd with so much data\, what needs to be 
 done?\n\nWe need to listen more to citizens and make interventions tailore
 d to their needs. Invest more in health literacy\, which promotes greater 
 empower.  This has been our work at the Portuguese Society for Health Lit
 eracy.\n\nHealth literacy allows working with all stakeholders. Those who 
 feel discriminated against\, and those who discriminate.\n\nEveryone count
 s.\n\nIn this sense\, it is necessary to give a voice to everyone\, especi
 ally those who are most vulnerable- older people\, people with disabilitie
 s\, people from different cultures\, people in economic need\, women and c
 hildren. To know precisely what the problem is\, what the belief\, what th
 e barrier\, what is the opportunity.\n\nThe mini-assemblies of health\, ba
 sed on scientific methods (organized by the Portuguese Society of Health L
 iteracy) with more vulnerable populations showed the power of the citizen
 ’s voice.\n\nTo give a voice is to invest in basic rights to lincrease p
 eople's empowerment. Listening and sharing their needs is a starting point
  for securing better rights. These mini-assemblies are organized on the ba
 sis of meaningful scientific methods such as the nominal group technique\n
 \nThese interventions must be carried out in a network\, with municipaliti
 es\, patient associations\, social and health associations of community in
 tervention. \n\nThey have a very positive effect on vulnerable population
 s\, which are generally little listened to.\n\nEveryone should have a voic
 e and not be replaced. \n\nHealth literacy is like a hurricane\, in the e
 ye of a transformation of the rights of the person\n\nNon ci può essere r
 egolamentazione\, politica pubblica o legge que non soddisfano esattamente
  i bisogni delle persone e i loro problemi \, in modo da poter promuovere 
 un accesso equo\, la comprensione e l'uso corretto delle risorse sanitarie
 . Mille Grazie\n\nA contribution from my friend Ana Paula Reis\, one dinam
 ic portuguese activist\n\nI am going to talk trough the voice of Ana Paula
  Reis\n\nShe fell from the 8th floor and survicved\n\nToday she is a perso
 n with a physical disability aho is a great acivist in Portugal.\n\nShe’
 s a good friend and I asked her for a sentence/idea that was very meaninfu
 l to her about the human rights of people with disabilities who have repre
 sented here. It reads as follow:\n\n&nbsp\;\n\nWorld Society must reflect 
 with empathy and sensoivity on “difference”. And respect it. I wish ab
 ove al that we continue to fight for na improvenment on behaviors and atti
 tudes. We must involve vulnerable groups to not perpetuate marginalization
 . To gove a voice top people is to invest in basic rights to increase peop
 les’s empowerment\n\n\n\nFeminicídios em 2023: Estimativas Globais de F
 eminicídios por Parceiros Íntimos ou Membros da Família\n\n\n\n\nGlobal
 mente\, aproximadamente 51.100 mulheres e meninas foram mortas por parceir
 os íntimos ou outros membros da família durante 2023. Este número é su
 perior à estimativa de 2022\, de 48.800 vítimas\, mas a diferença não 
 reflete necessariamente um aumento real\, sendo em grande parte atribuída
  a variações na disponibilidade de dados ao nível dos países. \n\nO n
 úmero de 2023 significa que 60% das quase 85.000 mulheres e meninas assas
 sinadas intencionalmente durante o ano foram mortas por parceiros íntimos
  ou outros familiares. Em outras palavras\, uma média de 140 mulheres e m
 eninas em todo o mundo perderam a vida todos os dias nas mãos de um parce
 iro ou parente próximo.\n\n\n\n\n\n\n\n&nbsp\;\n\n&nbsp\;\n\n\n\n\n\n\n\n
 A OMS apela a uma maior atenção para a violência contra mulheres com de
 ficiência e mulheres idosas\n\n\n\n\n\n\nMulheres idosas e mulheres com d
 eficiência enfrentam um risco particular de abuso\, mas a sua situação 
 permanece amplamente invisível na maioria dos dados globais e nacionais r
 elacionados com a violência\, segundo duas novas publicações divulgadas
  pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A agência de saúde apela a 
 uma melhor investigação em diversos países para garantir que estas mulh
 eres sejam contabilizadas e que as suas necessidades específicas sejam co
 mpreendidas e atendidas.\n\n\n\n\n\nQuando existem dados sobre a violênci
 a baseada no género entre estes grupos\, a evidência mostra uma elevada 
 prevalência. Uma revisão sistemática identificou maiores riscos de viol
 ência por parceiro íntimo em mulheres com deficiência em comparação c
 om aquelas sem deficiência\, enquanto outra também encontrou taxas mais 
 elevadas de violência sexual.\n\nContinuar a ler aqui.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\
 n\n\n\n\n&nbsp\;\n\n\n\nSegundo a Comissão para a Cidadania e a Igualdade
  de Género\, no terceiro trimestre de 2024:\n\n 	5 mulheres e 1 homem for
 am vítimas de homicídio voluntário em contexto de Violência Doméstica
 \n 	8415 foram as ocorrências participadas à PSP e GNR\n 	1369 pessoas e
 stavam presas pelo crime de Violência Doméstica: 1027 em prisão efetiva
  e 342 em prisão preventiva\n\n
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