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SUMMARY:Escola Paciente-Professor
DESCRIPTION:Escola Paciente-Professor\n\nCOORDENAÇÃO\n[gallery columns="2
 " link="file" size="medium" ids="8895\,943\,1264\,8124"]\n\n&nbsp\;\nMISS
 ÃO\nA Escola Paciente professor visa repensar a educação na perspetiva 
 da literacia em saúde\, da saúde e do social numa vertente mais integrad
 a e interdisciplinar\, onde a voz do paciente reforça as competências do
 s indivíduos no âmbito da saúde\, da doença e dos caminhos para uma ma
 ior qualidade de vida.\n\n\nO que é o “Paciente Professor”?\nInspirad
 o pelo modelo de Montreal\, este conceito reconhece os pacientes como mem
 bros ativos da equipa de cuidados\, valorizando o seu conhecimento vivido 
 e as competências adquiridas ao longo da sua jornada com a doença. A lit
 eratura científica destaca que este conhecimento pode ir desde o testemun
 ho pessoal até à co-construção de saberes\, contribuindo para o desenv
 olvimento de empatia\, competências técnicas e relacionais\, e uma abord
 agem centrada no projeto de vida do paciente.\n&nbsp\;\nO Paciente como Pr
 ofessor\nO Paciente- Professor é um programa associado à Sociedade Portu
 guesa de Literacia em Saúde que integra abordagens humanísticas e centra
 das no paciente como elemento-chave do processo de saúde e de doença.\nO
 s Pacientes- Professores são pessoas altamente qualificadas nas áreas da
  doença que representam e contribuem para esclarecer\, apoiar o conhecime
 nto\, desenvolver estratégias\, seja junto de outros pacientes\, seja atr
 avés de intervenções junto de estudantes\, de profissionais\, de organi
 zações\, que permitem aos destinatários melhorar o seu nível de litera
 cia em saúde sobre a Jornada do paciente\, os seus desafios\, e valores\,
  pondo ao serviço de outros as competências que adquiriram ao longo da s
 ua jornada para que se alcancem melhores níveis de compreensão e ação 
 sobre a doença\, qualidade de vida e soluções.\n \n\nOBJETIVOS\nPreten
 de-se criar\, implementar e divulgar fortes testemunhos da “voz dos paci
 entes”\, como exemplos vivos para a melhor e mais robusta compreensão s
 obre a doença crónica e promover uma aprendizagem interdisciplinar. \nE
 ntre os vários objetivos destacam-se os seguintes:\n\n\n 	Desenvolver lit
 eracia da prevenção das doenças\;\n 	Melhorar as competências\, a moti
 vação e a confiança de outros pacientes na gestão dos sintomas\;\n 	De
 senvolver estilos de vida saudáveis na situação de doença\;\n 	Melhora
 r a comunicação com profissionais de saúde\, do social e educação\;\n
  	Desenvolver competências de comunicação nos estudantes de saúde\, do
  social e educação\;\n 	Promover utilização de recursos de saúde de f
 orma mais eficiente eficaz\, através da voz dos Pacientes\;\n 	Fomentar a
  educação entre pares\;\n 	Desenvolver atividades e intervenções dinâ
 micas\, para além dos métodos expositivos\;\n 	Promover o desenvolviment
 o de competências através de instrumentos úteis para melhorar a qualida
 de de vida numa perspetiva biopsicossocial\;\n 	Capacitar e empoderar todo
 s os que participam nas sessões dos P-P\;\n 	Promover de forma estruturan
 te as competências relacionadas com a empatia\, a assertividade\, a clare
 za e a positividade.\n\n\nBenefícios para as Organizações (hospitais\, 
 serviços de saúde\, instituições de ensino\, ONG\, etc.)\n\n\n\nNº\nB
 enefício\nExplicação / observações\n\n\n1\nMelhoria da qualidade e se
 gurança da prestação de cuidados\nOrganizações que incorporam modelos
  de literacia em saúde e envolvimento ativo dos pacientes reduzem erros d
 e comunicação\, melhoram a adesão terapêutica e promovem melhores out
 comes. Por exemplo\, o modelo das “10 Atributos de Organizações com li
 teracia em saúde “literadas”” realça este aspeto.\n\n\n2\nReduçã
 o de custos e optimização de recursos\nQuando os pacientes compreendem m
 elhor\, fazem escolhas mais adequadas\, utilizam menos desnecessariamente 
 serviços\, ou evitam complicações. A literacia em saúde bem promovida 
 tem evidência de associação com menor internamento\, melhor gestão de 
 doenças crónicas.\n\n\n3\nReforço da comunicação entre profissionais\
 , pacientes e outras partes-interessadas\nA introdução de “paciente-pr
 ofessor” potencia a voz do doente\, promovendo um canal direto de feedba
 ck entre utentes\, organizações e profissionais\, melhorando a relação
  clínica\, educativa e institucional.\n\n\n4\nDesenvolvimento de cultura 
 organizacional centrada no paciente e na literacia\nA organização passa 
 a ver o paciente como parceiro ativo\, incorpora a literacia em saúde nas
  suas operações\, no planeamento e avaliação. Este alinhamento torna-s
 e uma vantagem estratégica\, reforçando missão/valor institucional. ht
 tps://nam.edu/perspectives/ten-attributes-of-health-literate-health-care-o
 rganizations\n\n\n5\nFortalecimento da interdisciplinaridade e redes colab
 orativas\nA Escola Paciente-Professor promove a integração entre setores
  (saúde + social + educação) e as organizações ganham novas ligaçõe
 s\, possibilidade de colaborações inovadoras\, redes de partilha do sabe
 r vivido e técnico.\n\n\n6\nMelhoria da literacia organizacional dos prof
 issionais\nOs profissionais ganham sensibilidade e competências ao intera
 gir com pacientes-professores\, o que implica menos mal-entendidos\, melho
 r adequação de comunicação\, mais eficácia nos processos educativos e
  de cuidado.\n\n\n7\nDiferenciação e reputação institucional\nOrganiza
 ções que adotam iniciativas inovadoras de literacia em saúde e envolvim
 ento ativo de pacientes destacam-se\, reforçando a sua imagem como líder
 es em cuidado centrado no utente\, educação e qualidade de vida.\n\n\n8\
 nPotencial para melhor avaliação\, monitorização e investigação\nA p
 articipação de pacientes-professores oferece dados qualitativos e quanti
 tativos sobre a jornada do paciente\, possibilitando estudos internos\, me
 lhoria contínua\, benchmarking e publicação científica.\n\n\n9\nPromo
 ção de práticas sustentáveis de literacia em saúde\nA organização g
 anha modelos replicáveis e sustentáveis de literacia em saúde (capacita
 dos pelos pacientes-professores) que podem perdurar no tempo\, integrando-
 se no planeamento estratégico.\n\n\n10\nContribuição para equidade em s
 aúde e redução de disparidades\nUma organização que escuta a voz do p
 aciente\, reconhece diferentes níveis de literacia em saúde\, e adapta-s
 e\, pode diminuir barreiras para populações vulneráveis. NAM+1\n\n\n\n
 Fontes: https://nam.edu/perspectives/integrating-health-literacy-with-hea
 lth-care-performance-measurement\nhttps://nam.edu/perspectives/ten-attribu
 tes-of-health-literate-health-care-organizations\n\n\nBenefícios para a S
 ociedade / Comunidade de Pacientes\n\n\n\nNº\nBenefício\nExplicação / 
 observações\n\n\n1\nEmpoderamento dos pacientes e das comunidades\nO fac
 to de pacientes se tornarem “professores” transforma-os em agentes ati
 vos\, o que fortalece a cidadania em saúde\, a literacia em saúde e a co
 -gestão da saúde\, tal como a missão da SPLS.\n\n\n2\nMelhor compreens
 ão da doença\, prevenção e hábitos de vida\nA voz dos pacientes-profe
 ssores permite partilhar saberes vividos\, aumentar a consciência públic
 a e a adoção de estilos de vida saudáveis\, mesmo em contextos de doen
 ça.\n\n\n3\nAumento da qualidade de vida e da experiência do utente\nA s
 ociedade beneficia de cuidados mais centrados\, humanos\, com comunicaçã
 o mais clara e planos de vida adaptados à pessoa\, o que potencia melhore
 s resultados e vivências mais dignas.\n\n\n4\nMelhoria do envolvimento so
 cio-educativo e interdisciplinar\nA integração entre saúde\, educação
  e área social cria comunidades mais informadas\, com redes de apoio\, li
 teracia entre pares e aprendizagem mútua.\n\n\n5\nRedução de estigma e 
 aumento da inclusão dos pacientes\nPacientes que partilham a sua jornada 
 como professores ajudam a humanizar a doença\, quebrar tabus\, reforçar 
 que “ter doença” não é sinónimo de passividade\, e promovem a incl
 usão social.\n\n\n6\nPromoção da participação democrática e voz dos 
 utentes\nA sociedade ganha porque os utentes deixam de ser apenas recipien
 tes de cuidados e passam a contribuir ativamente\, assumindo papel de co-c
 riadores.\n\n\n7\nMelhoria da eficiência do sistema de saúde para a soci
 edade\nQuando os utentes estão mais literatos em saúde\, quando o sistem
 a comunica melhor\, há menos desperdício\, maior adesão a cuidados de p
 revenção\, o que beneficia no global a sociedade (economicamente e em te
 rmos de saúde pública).\n\n\n8\nIncentivo à investigação e inovação
  participativa\nA voz dos pacientes-professores abre caminho a investigaç
 ão com “lived-experience”\, com metodologias participativas\, que pod
 em gerar inovação em literacia\, políticas de saúde e serviços.\n\n\n
 \n \nBenefícios para o Paciente-Professor\n\n\n\n\nNº\nBenefício em po
 rtuguês\nExplicação / observações\n\n\n1\nValorização da experiênc
 ia pessoal e sentido de utilidade\nSer “paciente-professor” reconhece 
 oficialmente as competências adquiridas ao longo da jornada\, reforçando
  autoestima\, identidade e propósito.\n\n\n2\nAprendizagem e desenvolvime
 nto de novas competências\nO paciente-professor desenvolve competências 
 de comunicação\, educação\, facilitação\, empatia e literacia em sa
 úde\, que podem ser transferidas para outras áreas da sua vida.\n\n\n3\n
 Empoderamento e voz ativa\nIsto confere ao paciente-professor um papel ati
 vo\, não passivo\, no sistema de saúde\, o que pode melhorar o seu bem-e
 star psicológico e a sua participação nos processos de cuidado.\n\n\n4\
 nReconhecimento institucional e profissionalização\nPode vir a existir r
 econhecimento formal do papel\, oportunidades de voluntariado ou até remu
 neração simbólica\, conferindo dignidade e visibilidade ao papel.\n\n\n
 5\nRede de suporte e sentido de comunidade\nO paciente-professor conecta-s
 e com outros pacientes\, profissionais e organizações\, criando redes de
  suporte mútuo\, troca de saberes e sentido de pertença.\n\n\n6\nContrib
 uição para melhoria coletiva\nSaber que a sua história ajuda outros e m
 elhora sistemas de saúde e literacia em saúde dá significado e pode ger
 ar impacto social e pessoal.\n\n\n\n\nBenefícios para Estudantes\n\n\n\nN
 º\nBenefício\nExplicação (em Português)\n\n\n1\nCompreensão mais pro
 funda da doença e sensibilidade às perspetivas e experiências dos pacie
 ntes\nAo escutarem diretamente as vivências dos pacientes-professores\, o
 s estudantes têm acesso ao conhecimento experiencial sobre a jornada da d
 oença\, compreendem os desafios diários\, obstáculos ao tratamento e im
 pacto emocional\, desenvolvendo assim maior empatia e reconhecimento do pa
 pel ativo dos pacientes na gestão da sua saúde.\n\n\n2\nBenefícios pess
 oais e sociais: ampliação de visão e consciência sobre os contextos de
  saúde\, social e comunitário\nA interação com pacientes-professores e
 xpande a perceção dos estudantes sobre realidades diversas\, promovendo 
 respeito pela diversidade\, competências de cidadania em saúde e compree
 nsão do impacto social das doenças em vários contextos.\n\n\n3\nDesenvo
 lvimento de competências críticas e criativas para compreender a jornada
  do paciente e os seus efeitos na qualidade de vida\nA análise das narrat
 ivas e experiências partilhadas pelos pacientes-professores estimula o pe
 nsamento crítico\, a criatividade na resolução de problemas e a capacid
 ade de identificar necessidades e soluções que valorizem a qualidade de 
 vida de indivíduos\, famílias e comunidades.\n\n\n4\nAquisição de uma 
 abordagem mais humanística sobre a saúde\, o mundo e a participação da
  pessoa com doença\nO contacto com pessoas que lidam com doença reforça
  uma visão holística do cuidado\, centrada na dignidade e valores do ser
  humano\, promovendo a humanização das práticas e uma relação profiss
 ional-utente mais ética\, empática e colaborativa.\n\n\n\nEste conjunto 
 de benefícios alinha-se fortemente com a missão da Escola Paciente-profe
 ssor. Ao incorporar pacientes-professores\, está a criar exatamente esse 
 espaço onde o saber vivido converge com o saber técnico e educativo\, pr
 omovendo literacia em saúde\, empoderamento\, comunicação eficaz e qual
 idade de vida. Além disso\, os benefícios para organizações e sociedad
 e mostram que o impacto vai além do indivíduo — é sistémico\, insti
 tucional e social\, o que fortalece a sustentabilidade e a escala da inici
 ativa.\n \nMETODOLOGIA\nA Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SP
 LS) disponibiliza um grupo de Pacientes-Professores (P-P)\, certificados p
 ara participar em vários eventos\, intervenções e atividades relacionad
 as com a doença\;\n\n\nTipo de sessões\n\n 	As sessões podem ser presen
 ciais ou em suporte digital (de forma síncrona ou assíncrona)\, não exc
 edendo duas horas por cada sessão\;\n 	Pode haver sessões individuais do
  P-P ou sessões com co-coordenação do P-P por um profissional\;\n 	Cada
  módulo formativo deve ter\, no mínimo\, três sessões e deve obedecer 
 a um processo prévio de inscrição\, com eventual pagamento mínimo a se
 r analisado e obedecendo às taxas normais para este tipo de sessão educa
 tiva\;\n\n\nPacientes- Professores\n[fusion_person name="Dr. Alexandre Gue
 des da Silva" title="Presidente da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múlt
 ipla (SPEM)" picture="https://splsportugal.com/wp-content/uploads/2025/10/
 alexandre_silva.jpg" picture_id="11782|full" pic_link="" linktarget="_self
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  dropbox="" facebook="" flickr="" forrst="" instagram="" linkedin="" myspa
 ce="" paypal="" pinterest="" reddit="" rss="" skype="" snapchat="" teams="
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 er="" vimeo="" vk="" wechat="" whatsapp="" xing="" yahoo="" yelp="" youtub
 e="" email="" phone="" show_custom="no" hide_on_mobile="small-visibility\,
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 argin_right_medium="" margin_bottom_medium="" margin_left_medium="" margin
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 yle="" pic_style_blur="" pic_style_color="" hue="" saturation="" lightness
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 r_type="none" background_color="var(--awb-color2)" content_alignment="" so
 cial_icon_tooltip="" social_icon_boxed="" social_box_border_top="" social_
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 _colors="" social_box_border_color_hover="" social_box_border_color="" ani
 mation_type="" animation_direction="left" animation_color="" animation_spe
 ed="0.3" animation_delay="0" animation_offset=""]Sou algarvio\, tenho 59 a
 nos e fui diagnosticado com Esclerose Múltipla com 44 anos de idade e hoj
 e sou o Presidente da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla. Formei-
 me no Instituto Superior Técnico\, onde fui Investigador e Docente durant
 e mais de uma década. Segui-se uma aposta no empreendedorismo onde ajudei
  a desenvolver várias ideias de negócio e onde aprendi a importância e 
 a nobreza de chefiar equipas dedicadas. A produção de conteúdos para a 
 Televisão e para o ambiente Multimedia foram algumas desses apostas que m
 e abriram novos horizontes tanto no Ensino como na Investigação\, desta 
 feita na Universidade Lusíada de Lisboa onde colaborei activamente na Lic
 enciatura em Comunicação e Multimedia também por mais de uma década. N
 o entanto\, o desporto sempre foi a minha paixão tanto como praticante\, 
 como dirigente e também\, como gestor. Estive também mais uma década li
 gado à gestão desportiva\, primeiro no Ginásio Fixação no IST e depoi
 s no Centro de Actividade Física e Recreação (CEDAR) na UTL. Fui també
 m dirigente voluntário de vários clubes e até de uma Federação Despor
 tiva\, neste caso a Federação Portuguesa de Orientação e ajudei a orga
 nizar várias dezenas de eventos desportivos amadores\, sobretudo de Avent
 ura e Orientação. No final da minha carreira na função pública tive a
  felicidade de trabalhar nas equipas de apoio à gestão de vários Reitor
 es e colaborar no apoio aos estudantes por via dos Serviços Sociais que a
  Universidade lhes disponibiliza. Hoje\, procuro que este percurso rico de
  experiências possa trazer contributos úteis na defesa dos mais fracos\,
  daqueles para quem a SPEM se preocupa em acarinhar e dar dignidade todos 
 os dias. E isso\, faz de mim\, hoje um Patient Advocate activo\, intervent
 ivo e que procura sempre fazer propostas úteis para os problemas que apre
 senta.[/fusion_person]\n\n[fusion_person name="Dra. Cláudia Fraga" title=
 "Presidente da MOG" picture="https://splsportugal.com/wp-content/uploads/2
 023/10/testemunho-04-claudiafraga-300x300.png" picture_id="3343|medium" pi
 c_link="" linktarget="_self" icon_position="" blogger="" deviantart="" dis
 cord="" digg="" dribbble="" dropbox="" facebook="" flickr="" forrst="" ins
 tagram="" linkedin="" myspace="" paypal="" pinterest="" reddit="" rss="" s
 kype="" snapchat="" teams="" soundcloud="" spotify="" telegram="" tiktok="
 " tumblr="" twitch="" twitter="" vimeo="" vk="" wechat="" whatsapp="" xing
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 2)" content_alignment="" social_icon_tooltip="" social_icon_boxed="" socia
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 ial_box_border_color="" animation_type="" animation_direction="left" anima
 tion_color="" animation_speed="0.3" animation_delay="0" animation_offset="
 "]Cláudia Fraga é fundadora e presidente da Associação MOG – Movimen
 to Oncológico Ginecológico. É licenciada em Educação Física e Despor
 to pela Faculdade de Motricidade Humana (FMH) e completou o primeiro mestr
 ado europeu de Exercício e Saúde\, também pela FMH. Realizou o estudo 
 “Autoimagem da mulher em Portugal”\, no âmbito da licenciatura. Foi\,
  durante oito anos\, colaboradora da Unidade de Psiquiatria no Hospital de
  Santa Maria – promoção do exercício físico no âmbito da saúde men
 tal. Foi professora do ensino secundário até 2020 (ano em que se aposent
 ou por incapacidade decorrente da doença)\, responsável pelos cursos pro
 fissionais de Desporto. Recebeu\, em 2020\, um louvor pelos serviços pres
 tados na Escola Secundária Mães d’Água. Foi responsável pelo estúdi
 o de preparação e reabilitação cirúrgica durante dez anos em clínica
  de cirurgia plástica. Foi colaboradora da Associação Abraço\, na orga
 nização de fins de semana terapêuticos com pessoas seropositivas (déca
 da de 1990). Diagnosticada com cancro do ovário (cancro bilateral das tro
 mpas de Falópio) em 2015\, aos 49 anos\, teve recidiva e\, nesse mesmo an
 o\, fundou a associação MOG\, para representar e apoiar as mulheres port
 uguesas com cancros ginecológicos. [/fusion_person]\n\n[fusion_person nam
 e="Dr. Filipe Paixão " title="Patient advocate" picture="https://splsport
 ugal.com/wp-content/uploads/2025/10/Filipe-Paixao-picture-1024x807-1-300x2
 36.jpg" picture_id="11783|medium" pic_link="" linktarget="_self" icon_posi
 tion="" blogger="" deviantart="" discord="" digg="" dribbble="" dropbox=""
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 n_top="" margin_right="" margin_bottom="" margin_left="" pic_style="" pic_
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 e" background_color="var(--awb-color2)" content_alignment="" social_icon_t
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 ial_icon_colors="" social_box_colors_hover="" social_icon_boxed_colors="" 
 social_box_border_color_hover="" social_box_border_color="" animation_type
 ="" animation_direction="left" animation_color="" animation_speed="0.3" an
 imation_delay="0" animation_offset=""] A minha história resumida é esta:
  no dia do diagnóstico\, dia 7 de outubro 2022 com apenas 36 anos\, não
  fumador\, e sem comportamentos de risco (nunca fui fumador passivo\, nã
 o trabalho em locais de fumo\, etc)\, fui diagnosticado com Cancro do Pulm
 ão\, estádio IV (pulmão esquerdo\, osso ilíaco esquerdo (anca) e vári
 as metástases no cérebro. Entretanto já tive uma cirurgia ao cérebro\
 , onde me foi removida uma metástase de 4cm\, que me iria rapidamente cau
 sar problemas e dificilmente iria responder a tratamentos. Esta era grande
  e tinha de ser removida cirurgicamente antes que me causasse problemas gr
 aves causados pela pressão. Felizmente a cirurgia foi um sucesso e encont
 ro-me bem\, a neurocirurgiã foi fantástica\, fez tudo parecer uma “bri
 ncadeira”. Apesar do diagnóstico tive uma atitude positiva! Claro\, nã
 o vou mentir\, naturalmente houve um período que lhe vou chamar de CAOS\
 , cerca de uma semana\, mas consegui dar a volta por cima e decidi que que
 m está no controlo sou eu\, aconteça o que acontecer\, vou superar isto\
 , enquanto cá estiver vou fazer de tudo para estar bem![/fusion_person]\
 n\n[fusion_person name="Dra. Maria Teresa Flor de Lima" title="" picture="
 https://splsportugal.com/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-10
 -05-at-17.59.05-e1728209261507-300x300.jpeg" picture_id="8124|medium" pic_
 link="" linktarget="_self" icon_position="" blogger="" deviantart="" disco
 rd="" digg="" dribbble="" dropbox="" facebook="" flickr="" forrst="" insta
 gram="" linkedin="" myspace="" paypal="" pinterest="" reddit="" rss="" sky
 pe="" snapchat="" teams="" soundcloud="" spotify="" telegram="" tiktok="" 
 tumblr="" twitch="" twitter="" vimeo="" vk="" wechat="" whatsapp="" xing="
 " yahoo="" yelp="" youtube="" email="" phone="" show_custom="no" hide_on_m
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 "" margin_top_medium="" margin_right_medium="" margin_bottom_medium="" mar
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 _small="" margin_left_small="" margin_top="" margin_right="" margin_bottom
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  pic_borderradius="" hover_type="none" background_color="var(--awb-color2)
 " content_alignment="" social_icon_tooltip="" social_icon_boxed="" social_
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 l_box_border_color="" animation_type="" animation_direction="left" animati
 on_color="" animation_speed="0.3" animation_delay="0" animation_offset=""]
  Especialista em Anestesiologia\, Competência em Medicina da Dor\, Mestre
  em Cuidados Paliativos\; exerceu atividade profissional no Hospital do Di
 vino Espírito Santo (HDES) de Ponta Delgada (1981-2016)\; Coordenadora da
  Comissão Científica da Associação de Doentes de Dor Crónica dos Aço
 res (ADDCA) desde 2005 e Representante na Pain Alliance Europe (PAE)\; V
 ice-Presidente desde 2020\; Membro do Grupo de Interesse do Parlamento Eur
 opeu «European Patients’ Rights and Cross-border Healthcare» desde 201
 2\; Presidente da Comissão Técnica da Associação Alzheimer Açores-alz
 a desde 2020\; Fundadora da Plataforma nacional da SIP (Impacto Social da
  Dor) SIP-PT (2018)\; Desde 1997\, pioneira no combate à dor e implement
 ação de cuidados paliativos na Região Autónoma dos Açores (RA) organi
 zando a primeira Consulta de Dor nos Açores (2001).Membro das Equipas de 
 Cuidados Paliativos do HDES (2010-2016)\; Coordenadora da Unidade Multidis
 ciplinar de Dor (2001-2016)\; Coordenadora do Programa Regional de Control
 o da Dor (2009-2013)\, Consultora da Direção Regional de Saúde para Est
 ratégias de Gestão da Dor no Plano Regional de Saúde (2014-2016 a 2020)
 . Formadora nas áreas de interesse. Fundadora e Coordenadora do Secretari
 ado do Núcleo dos Açores da APCP (2009-2014)\; do Fórum da Dor das Ilha
 s Atlânticas (2001-2010)\, da Associação Portuguesa para o Estudo da Do
 r\, APED\; Fundadora e Coordenadora da Rede Social de Voluntários da Asso
 ciação Comunitária de Idosos de São Miguel\, ASSM (2014-2016)\; Membro
  do Grupo de Investigação em Bioética\, Centro dos Açores\, desde 2009
  e de outras associações profissionais (Anestesiologia\, Cuidados Paliat
 ivos\, Dor). Membro da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IA
 SP) desde 1999 e dos SIGs sobre «Dor nos Idosos» e «Educação em Dor»
 \; da União Europeia de Médicos Especialistas\; da Associação Europeia
  para a Saúde Educacional e Preventiva em Epigenética\, AESEP. [/fusion_
 person]\n\n[fusion_person name="Dra. Mariana Coutinho " title="Patient adv
 ocate" picture="https://splsportugal.com/wp-content/uploads/2025/02/Marian
 a-Coutinho-—-Patient-Advocate.jpeg" picture_id="9697|full" pic_link="" l
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 der_color="" animation_type="" animation_direction="left" animation_color=
 "" animation_speed="0.3" animation_delay="0" animation_offset=""]Sou psic
 óloga clínica e da saúde\, sobrevivente de sarcoma e cancro da mama e d
 efensora apaixonada dos direitos e bem-estar dos pacientes — especialmen
 te aqueles que lidam com doenças crónicas\, raras e com risco de vida. A
  minha experiência clínica inclui trabalhar diretamente com pacientes co
 m cancro\, fornecendo apoio psicológico para ajudá-los a lidar com os de
 safios psicológicos dos seus diagnósticos. Atualmente\, porém\, estou f
 ocada apenas na pesquisa em psico-oncologia\, estudando maneiras de melhor
 ar a saúde mental e a qualidade de vida de indivíduos que lidam com o ca
 ncro\, com um interesse especial pelas necessidades das pessoas afetadas p
 elo cancro hereditário. A minha jornada pessoal com o cancro moldou profu
 ndamente o meu compromisso com a saúde mental e o trabalho de defesa. Esp
 ecializei-me em terapias de terceira geração\, nomeadamente a Terapia de
  Aceitação e Compromisso (ACT) e a Terapia Centrada na Compaixão (CFT)\
 , que acredito serem vitais para ajudar outras pessoas a desenvolver resil
 iência e a viver vidas significativas\, mesmo diante da doença. Hoje\, c
 analizo tanto a minha experiência profissional como a minha experiência 
 de vida para o meu trabalho. Tive a oportunidade de participar em mesas re
 dondas de alto nível sobre políticas\, promovendo melhores opções de t
 ratamento para doenças raras\, melhor acesso a cuidados de saúde transfr
 onteiriços e a integração do apoio à saúde mental em todos os níveis
  de cuidados\, na esperança de ajudar a moldar as políticas de saúde e 
 centrar as vozes dos pacientes e as suas realidades quotidianas nas inicia
 tivas de saúde a nível da UE.[/fusion_person]\n\n[fusion_person name="Dr
 . Paulo Gonçalves" title="Presidente Executivo e de Empatia na União das
  Associações das Doenças Raras de Portugal" picture="https://splsportug
 al.com/wp-content/uploads/2025/10/PG-ordem-dos-farmaceuticos-3-e1762595371
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 olors="" social_box_border_color_hover="" social_box_border_color="" anima
 tion_type="" animation_direction="left" animation_color="" animation_speed
 ="0.3" animation_delay="0" animation_offset=""]Paulo Gonçalves\, tem 57 a
 nos de idade\, dois filhos extraordinários. Estudou Matemáticas Aplicada
 s e Ciências de Computação\, exerceu consultoria tecnológica e de tran
 sformação de empresas durante cerca de 30 anos. Foi diagnosticado com Es
 clerose Múltipla Secundária Progressiva aos 40 anos. Com dois filhos a q
 uem dar exemplo\, entrou num processo de recuperação de mais de 150 sema
 nas\, 3 vezes por semana\, 1hora por sessão. Recuperou a caminhada e auto
 confiança que lhe permitiu afirmar em 2018 ao completar 50 anos que “se
  a sua década dos 40 havia sido a melhor até então\, a dos 50 seria ain
 da melhor”. Nunca imaginou que fosse na advocacia das pessoas que vivem 
 com doenças crónicas ou raras. Foi Vice-presidente da direção da Socie
 dade Portuguesa de Esclerose Múltipla durante sete anos. É Presidente da
  Assembleia Geral da SERaro.pt\, Presidente do Conselho Fiscal da Platafor
 ma Saúde em Diálogo\, e\, Presidente da RD-Portugal\, União das Associa
 ções das Doenças Raras de Portugal\, desde a sua fundação em maio de 
 2021\, a federação que congrega cerca de 50 Associações de Doenças Ra
 ras. Representa as Doenças Raras de Portugal no Conselho das Alianças Na
 cionais da EURORDIS\, é membro do National Mirror Group para a nova plata
 forma europeia ERDERA (sucede ao EJPRD)\, representa os portadores de doen
 ças raras no PT_Med_Gen (o grupo de trabalho para a Estratégia Nacional 
 para a Medicina Genómica) e representa a RD-Portugal no Plano de Ação p
 ara as Doenças Raras 2025-2030 – da estratégia à PESSOA. Integra a Co
 missão para a Inteligência Artificial da Ordem dos Médicos. Foi nomeado
  provedor do destinatário dos serviços da Ordem dos Farmacêuticos\, em 
 junho de 2024. Tem especial interesse na segurança de dados pessoais e na
  utilização segura dos dados para a evolução da ciência\, em prol de 
 respostas para as pessoas que vivem com doença sem descurar a sustentabil
 idade dos Sistemas de Saúde.[/fusion_person]\n\n[fusion_person name="Dra.
  Tamâra Milagre" title="Presidente da Associação EVITA" picture="https:
 //splsportugal.com/wp-content/uploads/2025/10/1618837237780.jpeg" picture_
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 color_hover="" social_box_border_color="" animation_type="" animation_dire
 ction="left" animation_color="" animation_speed="0.3" animation_delay="0" 
 animation_offset=""]Apaixonada por causar um impacto significativo no sist
 ema de saúde\, o meu principal objetivo e força motriz são salvar vidas
  e apoiar famílias afetadas por síndromes de cancro hereditário. Com um
 a forte crença no poder da comunidade e da tecnologia\, dedico-me a promo
 ver a consciencialização e o acesso a recursos através da EVITA e da Pl
 ataforma EVITA.[/fusion_person]\n\nREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS\nAgrawal S
 \, Capponi P\, Lopez J\, et al. 2016. From Surviving to Advising: A Novel 
 Course Pairing Mental health and Addictions Service Users as Advisors to S
 enior         Psychiatry Residents. Academic Psychiatry\, 40\, 47
 5-480.\nBosveld M. H.\, Romme S.\, De Nooijer J.\, Smeets H. W. H.\, Van D
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 ofessional Care 37 (3)\,457–463\, 10.1080/13561820.2022.2093843. [DOI] [
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 us.ec.europa.eu/projects/search/details/2023-1-PT01-KA220-HED-000165015.\n
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 /ijhg-01-2016-0003. [DOI] [Google Scholar]
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