Dia Internacional da Mulher — 8 de Março
170 Mulheres que Transformam a Saúde: a Força Feminina que Move a Literacia em Saúde em Portugal
170 mulheres participam ou colaboram na Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS).
Este número representa muito mais do que um grupo: constitui uma massa crítica feminina de conhecimento, ação e compromisso social dedicada à promoção da literacia em saúde em Portugal.
“170 mulheres. 170 vozes. Uma mesma missão: tornar a saúde compreensível, acessível e vivida por todos.”
A literatura científica tem demonstrado que a presença ativa de mulheres em redes de promoção da saúde está associada a maior mobilização comunitária, melhor comunicação em saúde e maior impacto em intervenções educativas, sociais e nas políticas públicas.
“Quando uma mulher promove literacia em saúde, transforma conhecimento em cuidado.”
Estas mulheres vivem a literacia em saúde todos os dias e a cada hora das suas vidas — nas decisões que tomam, nas palavras que explicam, nos projetos que lideram e nas pessoas que capacitam.
“A literacia em saúde não acontece apenas em projetos. Acontece na vida real, todos os dias.”
Nas famílias
No espaço familiar, estas mulheres desempenham um papel fundamental na gestão quotidiana da saúde: prevenção, alimentação, vacinação, cuidados em situação de doença e procura de serviços de saúde.
“A literacia em saúde começa muitas vezes à mesa da família.”
A sua presença contribui para famílias mais informadas, capacitadas e resilientes, capazes de interpretar informação em saúde e tomar decisões conscientes.
“Quando uma mulher compreende a saúde, toda a família ganha.”
Nas comunidades
Estas mulheres atuam frequentemente como agentes de proximidade, traduzindo conhecimento científico em linguagem clara e acessível.
“Traduzir ciência em compreensão é um ato de cidadania.”
Contribuem para fortalecer redes locais de promoção da saúde, educação para a saúde e participação comunitária.
“A literacia em saúde cresce quando o conhecimento circula entre pessoas.”
O seu envolvimento promove confiança, empatia e diálogo — elementos essenciais para intervenções eficazes em saúde pública.
“A confiança é o primeiro passo para compreender a saúde.”
Nas organizações e instituições
Muitas destas mulheres integram instituições de saúde, universidades, autarquias, associações e organizações da sociedade civil.
“Organizações mais humanas começam com comunicação clara.”
O seu trabalho contribui para instituições mais sensíveis à literacia em saúde, promovendo comunicação clara, serviços centrados nas pessoas e ambientes organizacionais facilitadores.
“Explicar bem é também cuidar.”
A diversidade de conhecimentos destas profissionais permite ligar ciência, prática, educação e políticas públicas.
“A literacia em saúde acontece quando a ciência encontra as pessoas.”
Na sociedade
A presença destas 170 mulheres numa sociedade científica e cívica dedicada à literacia em saúde representa uma força transformadora para a saúde pública.
“170 mulheres a construir uma sociedade mais informada e mais saudável.”
O seu trabalho coletivo contribui para a disseminação de conhecimento, o fortalecimento da cidadania em saúde e o desenvolvimento de uma democracia participativa na área da saúde.
“Cidadania em saúde nasce do conhecimento partilhado.”
Promovem empoderamento individual e coletivo, ajudam a reduzir desigualdades em saúde e fortalecem a capacidade das pessoas para gerir a sua saúde ao longo da vida.
“Empoderar em saúde é dar às pessoas o poder de decidir.”
Na produção e circulação de conhecimento
A diversidade de formações e experiências destas mulheres cria um espaço fértil para o desenvolvimento de conhecimento interdisciplinar em literacia em saúde.
“Conhecimento que não chega às pessoas não transforma a saúde.”
O seu contributo facilita a ligação entre investigação, prática e políticas públicas, transformando evidência científica em ação concreta com impacto social.
“Da evidência à ação: assim se constrói a literacia em saúde.”
Síntese
A presença destas 170 mulheres na Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde constitui um capital humano e social extraordinário, com impacto simultâneo nas famílias, nas comunidades, nas organizações e na sociedade.
“170 mulheres. Milhares de pessoas impactadas. Uma sociedade mais saudável.”
Obrigada, em meu nome pessoal, como Presidente da Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde, e em nome de todos nós.
Grandes mulheres!
Prof. Cristina Vaz de Almeida, Presidente da SPLS
A Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde (SPLS) associa-se à celebração do Dia Internacional da Mulher, assinalado a 8 de março, uma data dedicada ao reconhecimento do papel fundamental das mulheres na sociedade e à promoção da igualdade, da dignidade e das oportunidades para todas.
Neste contexto, reunimos um conjunto de testemunhos e reflexões de diferentes personalidades que se juntam a esta iniciativa, partilhando mensagens sobre o contributo das mulheres, a importância da igualdade e o impacto destes valores também na área da saúde e da literacia em saúde.
Acreditamos que promover a literacia em saúde é também promover sociedades mais justas, informadas e inclusivas. Neste Dia Internacional da Mulher, celebramos o percurso das mulheres, reconhecemos os desafios que persistem e reafirmamos o compromisso de continuar a trabalhar por uma sociedade onde todas as pessoas tenham acesso à informação, ao conhecimento e às oportunidades necessárias para viver com saúde e bem-estar.
SPLS presta homenagem às mulheres que integram sociedade científica
A Sociedade Portuguesa de Literacia em Saúde presta homenagem a todas as mulheres que integram e colaboram com esta sociedade científica através da publicação de um ebook dedicado a estas profissionais. Neste pequeno livro comemorativo reunimos reflexões, testemunhos e mensagens que reconhecem o papel fundamental das mulheres na promoção da literacia em saúde, na ciência e na construção de uma sociedade mais informada, justa e saudável.

